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Arquivo da categoria ‘Cantigas, Músicas & Poemas’

- Escute aqui, a que horas eu cheguei em casa ontem à noite?
- Lá pelas cinco, patrão.
- E… como é que eu estava, hein?
- Um pouco animado, patrão… mais nada. Disposto a cantar o Rule Britania.
- Que coisa incrível – disse Jimmy. – O Rule Britania, é? Não posso me imaginar cantando o Rule Britania [...]

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- Nosso anúncio é muito bom – observou ele, a cabeça pendendo para o lado. – Os Brilhantes Detetives de Blunt. Você percebeu, Tuppence, que você, e só você, é os Brilhantes Detetives de Blunt? Como diria Humpty Dumpty, isso é a glória para você. (Sócios no Crime, Ed. Record, 1987, pág. 53)

Embora muitos conheçam [...]

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– Os trens são coisas implacáveis, não são, Monsieur Poirot ? As pessoas são assassinadas e morrem, mas eles continuam sempre o seu caminho. Sei que estou dizendo bobagem, mas o senhor sabe do que estou falando.
– Sei, sim. A vida é como um trem, Mademoseille. Continua. E isso é muito bom.
– Por quê [...]

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- Faça o favor de entrar no meu salão, disse a aranha para a mosca. Essa é a sua pequena canção de ninar, não? (Os quatro grandes, Ed. Record, pág. 63)

A aranha e a mosca é um poema infantil da poeta inglesa Mary Howitt, publicado em 1829. A mensagem para as crianças é que elas [...]

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- Deixe-me ver… oh, sim, é o quarto de Mlle. Brun, a governanta francesa. Ela se esforça para educar minhas irmãs mais moças, Dulcie e Daisy, como naquela canção, sabe? Creio que teriam dado o nome de Dorothy May à próxima, mas minha mãe cansou-se de ter só meninas e morreu. (O Segredo de Chimneys, [...]

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Quantas milhas até a Babilônia?
Três vintenas mais dez:
Posso chegar lá à luz da vela?
Sim, e voltar também. (Aventura em Bagdá, pág. 150)
Este poeminha faz parte de uma cantiga de ninar da série da Mamãe Ganso. A linha inicial (How many miles to Babylon?) também batiza o livro da irlandesa Jennifer Johnston, adaptado para filme de [...]

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Um, dois, afivelo o meu sapato
Três, quatro, saio, puxo a porta e bato
Cinco, seis, tem gravetos pro meu ninho
Sete, oito, apanhados no caminho
Nove, dez, como é gorda essa galinha
Onze, doze, vou seguir por essa linha
Treze, catorze, vou ao parque namorar
Quinze, dezesseis, na cozinha a trabalhar
Dezessete, dezoito, esperei horas a fio
Dezenove, vinte, o meu prato está [...]

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“Eu te amo” declarou-se Jumbo para Alice.
“Não acredito” para Jumbo ela disse.
Se me amasse, como diz que ama,
Pra América não iria, cá deixando sua dama. (Aventura em Bagdá, Ed. Nova Fronteira/2005, pág. 27)
Jumbo e Alice eram dois elefantes que faziam muito sucesso no Zoológico de Londres, na época da Rainha Vitória. Jumbo (nascido e capturado [...]

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Mistress Mary, quite contrary
How does your garden grow?
With cockle shells, and silver bells,
And pretty maids all in a row. (Os Primeiros Casos de Poirot, Ed. Record/1989)
Uma cantiga infantil tão singela oculta uma história tão sórdida. Estamos de volta à Mary Tudor, à Blood Mary e seu reinado de perseguição religiosa nesta quadrinha que Poirot recita [...]

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- Bem, as fantasias foram copiadas de um conjunto de estatuetas de porcelana que fazia parte da coleção de Eustace Beltane. Lorde Cronshaw era Arlequim, Beltane era Polichinelo, sua companheira Mrs. Mallaby era Pulcinela, o casal Davidson, Pierrô e Pierrete, e, naturalmente, Miss Courtenay era a Colombina. (Os Primeiros Casos de Poirot, Ed. Record/1989, pág. [...]

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- A propósito, só por curiosidade, o que o levou a chamar o dr. Bryant de dr. Hubbard há pouco?
- Palavra que não sei. Deixe-me ver… Ah, sim, acho que deve ter sido por causa da flauta. A cantiga infantil, sabe? O cão da velha mãe Hubbard… Mas quando ela voltou, ele estava tocando flauta. [...]

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Three blind mice. Three blind mice.
See how they run. See how they run.
They all ran after the farmer’s wife
She cut off their tails with a carving knife.
Did you ever see such a sight in your life
As three blind mice?
Quem leu A Ratoeira ou Três Ratos Cegos deve ter prestado atenção na música acima, cantarolada [...]

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