Adaptação de Hugh Laurie: Why Didn’t They Ask Evans? tem elenco revelado

Will Poulter

Em abril de 2021 saiu a notícia que causou tanta ansiedade nos fãs…

Nova adaptação: Hugh Laurie dirige Why Didn’t They Ask Evans?

… e neste 10.06.2021 o site Deadline não somente confirmou a produção mas falou sobre o elenco:

“The Revenant” star Will Poulter and “Bohemian Rhapsody”’s Lucy Boynton are to lead the cast of Hugh Laurie’s three-part adaptation of Agatha Christie’s murder-mystery Why Didn’t They Ask Evans?.

Deadline revealed that The Night Manager and House star was behind the adaptation in April and the series is starting production this week.

(…) The cast also includes Maeve Dermody (“The Secret Garden”), as Moira, the troubled wife of psychiatrist Dr. James Nicholson and Conleth Hill (“Game of Thrones”) as Bobby’s genial mentor, Dr. Alwyn Thomas, who is at Bobby’s side when he discovers the body. Daniel Ings (“I Hate Suzie”) will star as Roger Bassington-ffrench, the beguiling early target of the crime-solving duo and Jonathan Jules (“Small Axe”) as Ralph “Knocker” Beadon, a trusted shipmate of Bobby’s who finds himself conscripted into the duo’s caper.

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Hábitos e Agatha

Matéria da BBC reproduzida no portal G1 em 07.06.2021 com o título “Os hábitos malvistos que estimulam a criatividade” cita Agatha:

(…) O matemático francês Henri Poincaré (1854-1912) relatou como fez descobertas durante viagens de ônibus ou caminhadas à beira-mar, enquanto a escritora inglesa Agatha Christie (1890-1976) teve muitas ideias para suas histórias de crime enquanto lavava a mão ou tomava banho.

“Não acho que a necessidade seja a mãe da invenção”, escreveu ela em sua autobiografia. “A invenção, na minha opinião, surge diretamente do ócio, possivelmente também da preguiça.” (…)

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Camilla Lackberg: Ainda a nova Agatha Christie?

Camilla Lackberg

Uma matéria do site da Isto É em 03.06.2021 com o título “Os escritores que vieram do frio” cita Agatha quando fala de Camilla Lackberg:

(…) Apesar da predominância de nomes masculinos, a autora que vem sendo chamada de “a nova Agatha Christie” também vem da Suécia: os livros de Camilla Lackberg já venderam quase 30 milhões de exemplares. Isso dá bem mais gente que o número de moradores de sua cidade natal, onde ela costuma ambientar suas tramas: Fjällbacka, na costa ocidental sueca, tem apenas 859 habitantes. Trata-se da compravação da teoria de Tolstói: contar as histórias de sua aldeia é a melhor maneira de se tornar universal.(…)

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A alcunha de “Nova Agatha Christie” não é nova. Matéria da Folha de 2010, na época do lançamento de “A Princesa de Gelo” no Brasil (que trazia a frase na capa):

Traduzida em mais de dez idiomas, a jovem escritora Camilla Läckberg é considerada a “nova Agatha Christie”. Läckberg nasceu em 1974, em Fjällbacka (Suécia). Antes de se tornar a nova rainha do crime, trabalhou como produtora e diretora de marketing.

Primeiro volume a ser lançado no Brasil pela editora Planeta no dia 15 de junho, “A Princesa de Gelo” relata a primeira aventura de Erica Falck, uma biógrafa que encontra seu passado mergulhado em um lago gelado de sangue.

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Autora tida como “nova Agatha Christie” lança seu primeiro livro no Brasil

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Camilla Lackberg fala sobre série de sua autoria em festival noir

Patricia Highsmith: A mãe do suspense, por Felipe Machado

Patricia Highsmith

Matéria de Felipe Machado de 21.05.2021 no site da Isto É fala sobre a escritora Patricia Highsmith e seu personagem Tom Ripley e cita Agatha:

No início do século 20, tramas misteriosas de autores britânicos como Sir Arthur Conan Doyle e Agatha Christie valorizavam nomes da estirpe de Sherlock Holmes e Hercule Poirot – detetives que defendiam a lei em casos intrincados que apenas seus cérebros geniais eram capazes de solucionar. Nos anos 1950, do outro lado do Atlântico, uma autora americana passou a subverter essa literatura de suspense ao apresentar como protagonista de sua obra um homem oposto a tudo isso: Tom Ripley, um psicopata cruel, assassino tão charmoso quanto perigoso. O que foi ainda pior, no entanto, é que os leitores se apaixonaram por ele.

Sua criadora, Patricia Highsmith, era uma mulher estranha: lésbica que odiava mulheres, misógina e preconceituosa. Criava caramujos como animais de estimação – e os levava na bolsa quando comparecia a festas. À frente da máquina de escrever, porém, suas obsessões ganhavam vida em personagens complexos e antimaniqueístas, prováveis versões de quem ela teria sido se não houvesse leis no mundo fora das páginas.

Em 2021, comemora-se o seu centenário. A editora Intrínseca relança sua coleção, começando por “Em Águas Profundas”. Na sequência, dois títulos que ganharam populares adaptações cinematográficas: “O Talentoso Ripley” e “Ripley Subterrâneo”. Ele é o anti-herói por quem acabamos torcendo, mesmo diante de toda a sua crueldade – isso era inédito antes de Patricia Highsmith. A americana criou um estilo tão inovador que é considerada “a mãe do thriller”, suspense psicológico que hoje vende milhões de cópias e tem entre seus expoentes nomes como Harlan Coben e Gillian Flynn, cujas obras estão junto às mais adaptadas para o cinema. O trabalho de Highsmith também ganhou as telas inúmeras vezes, não só com as tramas de Ripley, mas desde o seu livro de estreia: “Pacto Sinistro” foi publicado em 1950 e transformado em filme no ano seguinte – por ninguém menos que Alfred Hitchcock.

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Dicas de suspense: A Mulher na Janela na Netflix e A Mulher na Cabine 10 nas livrarias

Estreou em 14.05.2021 na Netflix o suspense “A mulher na janela”. O filme é baseado em um livro da escritora A. J. Finn e conta a história de Anna Fox, uma mulher que sofre de agorafobia, um transtorno de ansiedade ligado a lugares desconhecidos. Matéria no site Liberal fala sobre essa estreia e também sobre um livro “com ares de suspense de Agatha”:

Anna toma remédios que podem causar alucinações e é alcoólatra. Anna passa seus dias observando pela janela a rotina dos vizinhos. Com esse hábito, testemunha um assassinato ser cometido. Contudo, Anna é desacreditada a tal ponto que o próprio leitor fica em dúvida sobre o que realmente ela viu.

Essa premissa é semelhante a outros suspenses com protagonistas femininas que chegaram às livrarias nos últimos anos. Em maior ou menor grau, todos estão falando de uma tática de manipulação que ficou conhecida pelo termo “gaslighting”.

Basicamente, consiste em desacreditar as afirmações de uma mulher, muitas vezes chamando-a de louca. O gaslighting é uma tática muito usada em relações abusivas, quando uma mulher passa por manipulações psicológicos tão profundas que seu senso de realidade é abalado.

(…) Outro livro recente que traz uma protagonista não confiável que presencia o que pode ser um crime é “A mulher na cabine 10”, de Ruth Ware. A jornalista Laura Blacklock está cobrindo a viagem inaugural de um cruzeiro quando escuta, na cabine ao lado, o que acredita ser um assassinato. Ela aciona a segurança do navio, mas descobre que a acomodação não tem nenhum passageiro registrado.

O testemunho de Laura é colocado à prova quando o segurança descobre que ela passou recentemente por um assalto à sua residência e toma remédios para ansiedade. Apesar de demorar um pouco para engatar, o livro tem ares de suspense de Agatha Christie.

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Inspirada em Agatha: Quem Matou Sara?

Matéria no site CinePop fala sobre a série “Quem Matou Sara?” com citações a Agatha:

Agatha Christie é unanimidade entre todos os fãs de histórias de suspense. Considerada a rainha das histórias de crime, ela construiu uma fórmula de elaborar histórias conhecidas como “whodunit” – traduzindo: quem é o culpado? Não à toa, a escritora inglesa é citada na abertura da série mexicana ‘Quem Matou Sara?’, lançamento da Netflix que já figura entre o Top 10.

Quando eram jovens e descolados, Rodolfo (Andres Baida), Alex (Manolo Cardona), José (Eugenio Siller) e Sara (Ximena Lamadrid) adoravam curtir o verão juntos. Certo dia, saíram com outros amigos para um passeio de lancha e Sara topou o desafio de voar em um paraquedas preso à lancha, mas, o que era para ser uma ousadia animada se transformou em uma grande tragédia, resultando na morte de Sara. Dezoito anos se passaram e Alex sai da cadeia, tendo cumprido pena pelo assassinato da irmã. Só que Alex é inocente, e agora, em liberdade, vai buscar vingança e colocar o verdadeiro assassino de Sara na prisão.

Criada por José Ignacio Valenzuela, a série de dez episódios com cerca de quarenta minutos cada intercala os momentos do presente de Alex com o passado, revelando, aos pouquinhos, pequenos segredos sórdidos dos personagens, apresentando ao espectador como e por que cada um deles teria motivação para ter matado Sara. Novamente, essa é uma técnica bastante utilizada por Agatha Christie, que também pode ser vista em filmes como ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ e ‘Entre Facas e Segredos’.

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Winterbrook House: Quem deseja comprar uma casa de Agatha?

Tem casa de Agatha à venda… alguém tem uma graninha aí para desenbolsar?

The house where Dame Agatha Christie wrote some of her most famous crime novels is up for sale with a guide price of more than £2.75m.

The creator of fictional sleuths Hercule Poirot and Miss Marple moved into Winterbrook House in Wallingford, Oxfordshire, in 1934.

She lived at the Grade II-listed property, which comes complete with a blue plaque, until her death in 1976.

The current owners described it as a “wonderful family home”.

Leia mais no site da BBC e veja outras fotos:
https://www.bbc.com/news/uk-england-oxfordshire-56774074

Nova adaptação: Hugh Laurie dirige Why Didn’t They Ask Evans?

A notícia da semana é a adaptação de “Por Que Não Pediram a Evans” pelo eterno Dr. House. O ator Hugh Laurie será responsável pela produção, direção e roteiro de uma nova adaptação de “Why Didn’t They Ask Evans?” para BBC Studios:

(…) BritBox, which is owned by BBC Studios and ITV, just commissioned its biggest U.S. series to date: attaching House and The Night Manager star Hugh Laurie to write, direct, and executive produce an adaptation of Agatha Christie novel Why Didn’t They Ask Evans? for its North American service.

Hugh Laurie

The three-part limited series will be produced by Mammoth Screen, which handled such recent Christie adaptations as And Then There Were None and The ABC Murders.

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No site Deadline:

Hugh Laurie has signed up to write, direct, and executive produce an adaptation of Agatha Christie novel Why Didn’t They Ask Evans? for BritBox in North America.

The three-part limited series represents the BBC Studios and ITV-owned streamer’s biggest U.S. commission to date, and the project will be housed at Mammoth Screen, the Christie specialist behind recent adaptations of And Then There Were None and The ABC Murders, starring John Malkovich.

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Reino Unido: Agatha será sempre uma referência

Um artigo de 23.03.2021 do site Publico, de Portugal, cita Agatha, com o título “O brilho perdido do Reino Unido”, de autoria de Paulo Pisco:

O Reino Unido sempre foi um país de muitas ideias e grandes personalidades. É uma das mais antigas democracias, o berço da revolução industrial e de revoluções culturais. As universidades são antigas e prestigiadas. Os Beatles, John Le Carré, Agatha Christie ou as mini-saias de Mary Quant marcaram várias gerações. O gentleman e o Rolls-Royce são imagens de marca. É um país com uma história rica e densa que conhecemos na escola para aprender a língua, a terceira mais falada no mundo. Mas depois veio o “Brexit” e todo este brilho empalideceu.

Quando se pensa na saída do Reino Unido da União Europeia é impossível não sentir uma mistura desencontrada de sentimentos, entre a perplexidade e a nostalgia, pelo fim de uma relação baseada na admiração. É difícil acreditar que o país tenha embarcado nas ilusões do populismo e do nacionalismo que veio a culminar no divórcio com a União Europeia. O “Brexit” ficará sempre como uma grande lição sobre os desastres a que conduzem os extremismos, que andam por aí à solta e, infelizmente, também em Portugal. (…)

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Morte no Nilo: Acusações sobre Armie Hammer e o adiamento da estreia

Armie Hammer

O ator Armie Hammer (indicado ao Globo de Ouro 2017/2018 por “Me Chame Pelo Seu Nome”) está no centro da polêmica (com contornos bizarros e policialescos) que, além da pandemia, afeta inclusive o lançamento de “Morte No Nilo”. Em 2021, surgiram alegações contra Hammer sobre abuso sexual, canibalismo, fetichismo, agressão física, abuso emocional, entre outras. Com as acusações, ele saiu da série “The Offer” e perdeu sua assessoria de imprensa. Ainda não há previsão de quando responderá na justiça. No site da revista Quem:

Morte no Nilo, o filme estreado por Gal Gadot e Armie Hammer, foi adiado para fevereiro de 2022 em meio às acusações de canibalismo envolvendo o ator, que também está sendo investigado por estupro pela polícia de Los Angeles. A estreia do longa já tinha sido transferida três vezes devido à pandemia de coronavírus e a produção deveria chegar às telas de cinema em setembro deste ano.

Hammer tem sido alvo de diversas acusações de ex-namoradas, que afirmam terem sido vítimas de assédio sexual, estupros e abusos de suposta natureza canibal. A denúncia mais recente contra ele foi feita por uma jovem chamada Effie, que diz que o ator a estuprou por mais de quatro horas, além de ter cometido outro atos de violência contra ela, em abril de 2017.

Armie Hammer e Gal Gadot em Morte no Nilo

Outra ex de Hammer, Paige Lorenze, afirmou ter tido uma região íntima de seu corpo marcada à faca com a inicial do ator durante um momento a dois. Diversas mulheres relataram conversas em que ele falava sobre praticar atos de canibalismo com elas.

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Leia também:
Elizabeth Chambers, ex-mulher de Armie Hammer, aponta filme e amizade com Timothée Chalamet como causas da ‘piração’ do ator
Após ser acusado de canibalismo, Armie Hammer é investigado por estupro

Update 30.03.2021 – Leia também:
Acusado de estupro e canibalismo, Armie Hammer é afastado de terceiro papel

Young Agatha: Infância e adolescência de Agatha em nova série

Segundo matéria no site Deadline, Agatha Christie terá sua infância e adolescência contada em uma nova série:

Former ABC chief Paul Lee’s independent studio wiip is developing a TV series exploring the teenage years of Agatha Christie, the iconic British crime writer behind genre-defining characters including Hercule Poirot and Miss Marple.

Wiip has enlisted UK writers Rebecca Pollock and Kas Graham, who penned Ruth Wilson feature The Book Of Ruth, to work up the series, which will tell the story of how a precocious teenager mourning her father’s death became one of the most prolific and beloved mystery novelists of all time.

Set in the early 1900s in Devon, England, Pollock and Graham are planning on writing an action-packed drama, which will be titled Young Agatha. They said it would be a “dynamic and supercharged coming-of-age story” that would offer an “empowering and adventurous take on how she became the greatest mystery writer in history.”

(…) Young Agatha will be executive produced by Pollock and Graham alongside wiip’s Lee, David Flynn and Josh Stern. Commenting on Pollock and Graham’s involvement, Flynn and Stern said: “They are wonderfully equipped to honor the legacy and spirit of Agatha Christie and at the same time have found a deeply modern and inventive way into her story.”

Ainda não há data prevista. Mais detalhes em breve.

Leia o artigo completo (em inglês):
Wiip Sets Up TV Series On Teenage Years Of British Crime Writing Icon Agatha Christie

Update 20.03.2021 – Vídeo do Literatura Policial a respeito:

Chamem o Poirot: Roubos intrigam ilha italiana

A matéria tem o sugestivo título de “Como um mistério de Agatha Christie. Roubos intrigam pequena ilha italiana (e todos os habitantes são suspeitos)”:

Dezenas de roubos meticulosamente planeados numa ilha remota estão a intrigar as autoridades. Num mistério semelhantes aos romances policiais de Agatha Christie, todos os habitantes são suspeitos.

De acordo com o jornal britânico The Guardian, os três polícias de Capraia, uma ilha remota em Toscana, Itália, tem um mistério por resolver em mãos e precisam de encontrar os culpados entre a população de cerca de 400 habitantes.

A maior parte dos roubos, de casas e lojas, ocorre durante o inverno, quando os visitantes se ausentam da ilha, que fica mais perto da Córsega do que da Itália continental e só é acessível por barco, se o tempo permitir.

No incidente mais recente, os ladrões desativaram a câmaras de vigilância de uma tabacaria antes de retirar 60 mil euros do cofre.

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Uma homenagem a Christopher Plummer (1929-2021)

Ele estará eternamente em nossos corações pelo clássico “A Noviça Rebelde”. Também será lembrado por inúmeros outros filmes, como “Toda Forma de Amor”, pelo qual ganhou diversos prêmios aos 80 anos. Mas o grande ator…

Christopher Plummer (1929-2021)

… também esteve em obras cinematográficas de mistério. Uma delas foi baseada em Agatha: ele interpretou Leo Argyle na adaptação de 1984 para…

Punição Para a Inocência (Ordeal by Innocence)

Mais recentemente, esteve no elenco de um grande sucesso, “Entre Facas e Segredos”, de 2019.

Para sempre em nossa memória estará o grande ator Christopher Plummer.

Map Back: Mapas para os leitores de Agatha

As fotos abaixo, publicadas por Dilson Filho no grupo Agatha Christie Brasil no Facebook, são de uma antiga coleção americana de livros policiais, “Dell Publishing” (que também publicava livros de outros autores), na qual esses mapas eram acrescentados no verso dos livros. Segundo Dilson, a Dell lançou essa coleção intitulada “Map Back” justamente pelo fato de apresentar os mapas no verso dos livros entre os anos 1940 e 1950.

Globo Livros: Agatha em oferta no Submarino até 28.02.2021

Atenção para a promoção em fevereiro de 2021:

Livros em oferta no Submarino! Utilize o cupom AGATHA para garantir 1 livro com 10% OFF, 2 livros com 15% OFF ou 3 ou mais livros com 20% OFF. Cupom válido para livros desta seleção vendidos e entregues por Submarino de 01/02/2021 até 23h59 do dia 28/02/2021 ou até os primeiros 2.000 pedidos.

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The Pale Horse: O Cavalo Amarelo estreia no Globoplay em 27.01.2021

De acordo com o site VCFaz, a minissérie “The Pale Horse” (O Cavalo Amarelo), exibida em 2020 pela BBC, estreia em 27.01.2021 no Globoplay:

Em dois episódios, a série baseado no romance homônimo de Agatha Christie, originalmente publicada em 1961 e é estrelada por Rufus Sewell, Kaya Scodelario, Sheila Atim, Georgina Campbell e Bertie Carvel.

A adaptação acompanha Mark Easterbrook (Sewell), um escritor que encontra sua primeira esposa eletrocutada no banheiro. Como se não bastasse uma morte, o homem se vê envolvido numa investigação policial quando seu nome aparece numa misteriosa lista escondida no sapato de outra jovem assassinada. Ao se tornar o principal suspeito, Easterbrook decide averiguar os casos por conta própria e acaba indo para a famosa Pale House, uma casa peculiar onde moram três supostas bruxas.

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Estadão: Agatha Christie na capa do jornal em 27.12.2020

Fonte: perfil oficial do Estadão no Twitter.

Link para a matéria (para assinantes): clique aqui.

Um trecho:

(…) Quem cresce numa casa de leitores, como Luis Krausz, mais cedo ou mais tarde vai ser desafiado por um livro na estante. Aconteceu com ele, e aconteceu com Sofia Fecchio, de 13 anos. Sempre que passa, ele está lá, chamando… “É um livro com vários contos de mistério de Edgar Allan Poe (1809-1849). Olho para ele quase todos os dias. Já tentei ler, mas ainda acho um pouco difícil”, conta a garota que tem uma lista dos próximos livros que quer ler – e ela tem das sagas contemporâneas de Harry Potter e Percy Jackson a tudo o que Agatha Christie (1890-1976) escreveu.

A rainha do crime, aliás, é sua paixão atual. Começou por E Não Sobrou Nenhum e Os Elefantes Não Esquecem. Com o dinheiro que ganhou dos avós no Dia das Crianças, comprou um Kindle e espera economizar com os e-books – para poder comprar mais e mais títulos. (…)

Leste e Oeste: Literatura policial japonesa e… Agatha

O site Clube dos Crimes Impossíveis publicou um interessante texto (de Raul Souza Paz) que cita Agatha. Alguns trechos:

(…) As conversas com Masaya Yamaguchi, criador do genial Kidd Pistols, e Shimada Soji me fizeram perceber que há um esforço dos japoneses não apenas em produzir novas histórias, mas em ajudar novos leitores.

Todos aprendemos, provavelmente até mesmo na escola, que Edgar Allan Poe deu vida ao que chamamos de literatura policial. Os Assassinatos na Rua Morgue trouxe um elemento primordial na elaboração de uma história do gênero: o raciocínio lógico. Poe referia-se a essa história como um “tale of ratiocination” e lendo a Filosofia da Composição fica claro que essas histórias eram tratadas de forma diferente por ele. O objetivo de Poe não era gerar os mesmos efeitos que pretendia em seus contos. Outros escritores seguiram o seu exemplo e continuaram a escrever histórias similares. Destaque para Wilkie Collins com The Moonstone.

(…) A literatura policial japonesa tornou-se mais robusta após a Segunda Guerra Mundial. O movimento conhecido como Honkaku tornou-se mais e mais evidente. (…) Quem lê Yokomizo Seishi e Agatha Christie consegue reparar a profundidade que ambos conseguem dar a personagens que são estereótipos de uma sociedade daquele período, por exemplo.

(…) O Honkaku havia focado em criar histórias que giravam em torno de truques utilizados pelos criminosos e de tramas resolvidas através do puro raciocínio lógico. Esse movimento havia recebido grande influência de autores como Agatha Christie, Arthur Conan Doyle, Dorothy L. Sayers, Ellery Queen, John Dickson Carr e muitos outros.

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Morte no Nilo: Sem data para estreia

De acordo com o site CinePop, o lançamento da nova versão cinematográfoca de “Morte no Nilo”, adaptação do livro de Agatha com Gal Gadot e grande elenco, foi adiado por tempo indeterminado…

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Outros posts sobre o novo filme: clique aqui.

Uma curiosidade sobre as adaptações: o livro originalmente se chama “Death On The Nile”. No Brasil, a edição (linda e clássica) do Círculo do Livro, publicada nos anos 80, grafou na capa “A Morte No Nilo”. Já o (excelente) filme de 1978 chegou ao Brasil como “Morte Sobre o Nilo”. As versões brasileiras atuais do livro, bem como o novo filme em produção, foram lançados como “Morte No Nilo” mesmo…

Sebos e feiras: Livros de Agatha em promoção durante a pandemia no Rio

Durante os meses de março a setembro de 2020, praticamente não houve funcionamento das feiras de livro do Rio de Janeiro em locais abertos ao grande público e a preços acessíveis. Mas em outubro, e até o dia 15 de novembro de 2020, está em funcionamento a tradicional feira de usados, desta vez no Largo do Machado. Com cerca de 20 barracas, desta vez (pelo menos por enquanto) há pouca oferta de Agatha. Os vendedores estão trabalhando com máscara, mas não se vê muito álcool gel à disposição. Até pela exposição, manuseio e estado dos livros, faça sua higienização.

Ali bem perto, na Rua do Catete esquina com Rua Dois de Dezembro, há uma banca fixa onde há dezenas de obras de Agatha (escondidas na parte de baixo de um grande “armário” na calçada) da coleção de bolso da Record (aquela de páginas de “papel de jornal”, como alguns chamam) num custo bem acessível: dois livros por cinco reais. Algumas estão em bom estado de conservação, mas nem todas.

Uma esquina depois, na Rua Buarque de Macedo número 72, quase esquina com Rua do Catete, há uma livraria de usados chamada Beta de Aquarius com cerca de 30 títulos da Dama do Mistério (foto abaixo); são exemplares de diversas editoras. Os preços variam de R$ 5 (L&PM Pocket, em excelente estado) a R$ 15, incluindo os de capa dura do Círculo do Livro. Eles fazem descontos em grandes quantidades.

Já para livros novos, a única opção da região fica no sentido oposto, na Livraria Galileu, também na Rua do Catete mas próximo à Rua Almirante Tamandaré.