Enquanto isso, no Brasil…

lupa_digital.jpgLady Lucy me enviou o link de um texto muito interessante de autoria de Paulo Polzonoff Jr que fala da literatura policial brasileira e cita, claro, autores e personagens internacionais, como Poirot e Sherlock Holmes. Mais que isso, o texto fala sobre temas que sempre me incomodam, como classificações e rótulos.

Ora, por que não se aceita que o escritor seja tão-somente um escritor de livros policiais? A resposta está na própria pergunta: o advérbio. Sempre que se fala de literatura policial usa-se coisas como o “tão-somente”. Que serve, não é preciso ser gênio para perceber, para limitar o gênero a um plano inferior. É como se disséssemos: daqui para cima, só há espaços para Grandes.

Não deixe de ler:
Os muitos dilemas da literatura policial brasileira

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