O Detetive Parker Pyne

Capa do livro O Detetive Parker PyneSinopse da quarta capa: Parker Pyne é um burocrata aposentado que aprendeu muito sobre o ser humano quando trabalhava com estatísticas. Agora ele faz uso de sua experiência, psicologia e métodos nem sempre convencionais para fazer as pessoas felizes. E cobra por isso, atraindo clientes desconfiados por meio de um anúncio no jornal. O detetive Parker Pyne traz 12 casos diferentes do inusitado profissional e é mais um livro de Agatha Christie relançado pela Editora Nova Fronteira.

Parker Pyne Investigates (Inglaterra, 1934) ou Mr. Parker Pyne, Detective (EUA)
(Parker Pyne Investiga, em Portugal)

Citações e referências

CONFIDENCIAL Você é feliz? Se não for, consulte o Sr. Parker Pyne. Rua Richmond, 17.

The Case of the Middle-aged Wife (O Caso da Esposa de Meia-Idade)

A Sra. Packington estava nervosa, sim, mas a simples visão do Sr. Parker Pyne lhe deu uma impressão de segurança. Ele era forte, para não dizer gordo; tinha uma cabeça calva bem proporcionada, óculos de lentes grossas e pequenos olhos brilhantes. (pág. 2)

Depois que ela saiu, apertou um botão na sua mesa. Uma moça de óculos e ar severo respondeu ao chamado. – Um fichário, por favor, Srta. Lemon. (pág. 4)

The Case of the Discontented Soldier (O Caso do Soldado Insatisfeito)

O Sr. Parker Pyne balançou a mão, num gesto imponente – Meu negócio é saber. Veja o senhor que durante trinta e cinco anos da minha vida eu só fiz compilar estatísticas numa repartição do Governo. Agora que me aposentei, me ocorreu a idéia de aproveitar, de uma maneira diferente, toda a experiência que adquiri. É tudo muito simples. As desgraças todas podem ser classificadas em cinco tipos principais – nem mais nem menos, posso lhe garantir. (pág. 18)

Parker Pyne saiu de seu escritório e subiu dois lances de escada. Numa sala do alto do edifício estava a Sra. Oliver, a sensacional novelista, que era agora um dos membros da equipe do Sr. Pyne. Parker Pyne bateu na porta e entrou. A Sra. Oliver estava sentada a uma mesa sobre a qual havia uma máquina de escrever, vários cadernos de notas, uma confusão de manuscritos soltos e uma grande cesta de maçãs. (pág. 33)

The Case of the Distressed Lady (O Caso da Senhora Angustiada)

– Sem dúvida. E lhe sugiro que faça tudo da maneira mais simples. A minha experiência me diz que a simplicidade sempre dá certo. Evite as situações complicadas. (pág. 41)

– Com essa experiência, posso lhe garantir que em oitente e sete porcento dos casos, a desonestidade não compensa. Oitenta e sete porcento! Pense nisso! (pág. 47)

The Case of the Discontented Husband (O Caso do Marido Desgostoso)

Sem dúvida uma das maiores qualidades de Parker Pyne era o seu ar simpático. Era um jeito propício às confidências. (pág. 49)

The Case of the City Clerk (O Caso do Empregado de Escritório)

– O senhor é feliz?
– Eu não diria que sou infeliz. Tenho muito o que agradecer da vida.
– Todos nós temos – disse Parker Pyne. – Mas quando é preciso se lembrar disso, é mau sinal. (pág. 63)

The Case of the Rich Woman (O Caso da Milionária)

– A senhora é uma mulher extraordinária – disse Pyne lentamente. – Só uma mulher em mil faria o que está fazendo.
– Então só uma mulher em mil tem juízo – disse a Sra. Rymer. (pág. 94)

Have You Got Everything You Want? (Você Tem Tudo o que Quer?)

O condutor do wagon-lit estava de pé ao lado dos degraus. Avançou, desejando um “Bonsoir, Madame” com uma vivacidade devida talvez à riqueza e à elegância do casaco de vison. (pág. 95)

– Meu caro Sr. Jeffries, o senhor não compreende as mulheres. Se uma mulher tiver de escolher entre um trouxa e um Don Juan, ela escolherá o Don Juan, sempre. Sua mulher, Sr. Jeffries, é uma moça encantadora, inocente e orgulhosa, e a única maneira de ela se sentir satisfeita da vida é acreditar que regenerou um farrista. (pág. 108)

The Gate of Bagdad (O Portão de Bagdá)

“Quatro grandes portões tem a cidade de Damasco…” Parker Pyne repetiu os versos de Flecker em voz baixa: “O Portal do Destino, o Portão do Deserto, a Caverna das Desgraças, a Fortaleza do Terror, Eu sou o Portal de Bagdá, a porta de entrada da Diarbekir.” (pág. 111)

The House at Shiraz (A Casa de Shiraz)

Parker Pyne deu uma espiada para baixo, tentando ver se podia distinguir a pedra de Behistun, o romântico local de onde Dario descreveu a extensão de seu império local e de suas conquistas em três línguas diferentes – babilônio, medo e persa. (pág. 130)

The Pearl of Price (Uma Pérola Valiosa)

Falaram de política no Oriente Próximo – o inglês, com cautela; o francês, com discrição; o americano, de maneira insensata; o arqueólogo e o Sr. Parker Pyne, de modo nenhum. (pág. 145)

– Você conhece logo um arqueólogo – disse o Coronel Duboc, sorrindo. – Ele nunca olha para o céu, para as montanhas, nem para as belezas da natureza. Anda sempre de cabeça baixa, à procura… (pág. 150)

Death on the Nile (Morte no Nilo)

– Não sou uma mulher perversa, Sr. Pyne. Sou leal para aqueles que são leais comigo. Negócio é negócio. Cumpri a minha parte. Paguei as dívidas de meu marido e nunca o privei de dinheiro.
Parker Pyne sentiu um ligeiro sentimento de piedade por Sir George. (pág. 166)

The Oracle at Delphi (O Oráculo de Delfos)

Na verdade, a Sra. Willard J. Peters não gostava muito da Grécia. E no fundo, ela não tinha mesmo era opinião nenhuma sobre Delfos. Os lares espirituais da Sra. Peters eram Paris, Londres e a Riviera. (pág. 175)

Dedicatória: Não há.

Lista de personagens: Mr. Parker Pyne.
Também: Miss Felicity Lemon, Mrs. Ariadne Oliver

Observação: As citações e respectivas páginas foram extraídas da edição brasileira de O Detetive Parker Pyne
Ed. Nova Fronteira
Tradução: Carmen Ballot
Ano: 2005
Páginas: 191

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9 pensamentos sobre “O Detetive Parker Pyne

  1. Tem que ler, tem que ler. Sou fã do Mr. Parker Pyne e do Sr. Quin. Ressalva: ODEIO a tradução do nome desse livro, porque o cara não é detetive coisa nenhuma.
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    (minha segunda opção de apelido é a menina de Aventura em Bagdà. Queria estar com a minha coleção pra consultar o nome dela)

  2. Oi, Linha ! Conta mais nada não que eu vou ler em breve. 🙂 Estou (re)lendo tudo na ordem, então para chegar em 1934 não falta muito. 🙂

    Um abraço.

  3. Linha, de onde você é mesmo ? E que email é esse que vc tem, funciona ?

    Lady, Victoria Jones é novidade pra mim. Tem chapéu que voa e volta pra dona também ?

  4. Jovem Tommy,

    O email certo é esse ai, pode mandar ver (não gosto muito de fornecê-lo assim na Internet, mas estamos entre cavalheiros…) . O resto da investigação fica a seu critério – e de Tuppence (lembranças a ela!). O que você pode deduzir?

    Victoria Jones é otima mesmo. Mas eu queria um titulo de nobreza e um casarão vitoriano monstruoso cheio de criados.

    Ou ter idade indefinida e rodar os cassinos da Riviera com joias roubadas exibidas em meu colo de alabastro e uma longa lista de ex-maridos…

  5. Pingback: O Caso da Esposa de Meia-Idade « O Mundo de Agatha Christie

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