A mulher que mais crimes tinha na consciência

ac-diario.jpgO jornalista português Fernando Madaíl escreveu, em artigo para o Diário de Notícias, sobre a impressão que a visita da escritora ingles Agatha Christie provocou em quem testemunhou sua visita à Portela (região de Braga) em 1965, enquanto acompanhava o marido que fôra convidado para proferir duas conferências sobre a Mesopotâmia.

E, no entanto, o convidado era o seu segundo marido, que escavara no Iraque e na Síria, enquanto ela, usando vestido de seda nas estações arqueológicas, limpava milenárias peças de marfim e congeminava os enredos de Assassínio na Mesopotâmia (1936), Morte no Nilo (1937), Morte entre as Ruínas (1938) ou E no Final, a Morte (1945). (Diário de Notícias)

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