O belga católico, o camelo e o jumento

No post Os Primeiros Casos de Poirot, Lady Lucy Angkatell cita o seguinte trecho do conto “The Chocolate Box” (A Caixa de Chocolates):

Naquele tempo, como você sabe, mon ami, eu era detetive da polícia belga. A morte de M. Paul Déroulard não me comoveu. Sou católico, como sabe, e sua morte pareceu-me um afortunado incidente. (pág. 100)

Cito rapidamente o tema da religião de Poirot tão somente porque achei muito curiosa (e muito engraçada, ri muito pensando na situação) a passagem do conto “A Aventura da Tumba Egípcia” do livro “Poirot Investiga” que, finalmente, estou terminando essa semana, na edição do Círculo do Livro com tradução de A. B. Pinheiro de Lemos. Daria uma boa cena de cinema, não somente pelas invocações católicas mas pela situação em si. Nas palavras do Capitão Hastings:

Não vou me deter no espetáculo de Poirot sobre um camelo. Ele começou com resmungos e lamentações e terminou com gritos, gesticulações e invocações à Virgem Maria e a todos os santos do calendário. Ao final, acabou desmontando do camelo ignominiosamente e concluiu a viagem num minúsculo jumento. (pág. 102)

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