Galeria de Fãs: Sílvio de Abreu

O autor de telenovelas e roteirista de cinema brasileiro Sílvio de Abreu (foto) estreou como autor de novelas em 1977, ao adaptar em parceria com o crítico cinematográfico Rubens Ewald Filho o clássico romance Éramos Seis, de Maria José Dupré, na terceira versão para a televisão, que obteve relevante sucesso e firmou parcerias com dois atores que seriam freqüentes nos trabalhos posteriores: Gianfrancesco Guarnieri e Nicete Bruno. Transferiu-se para a Rede Globo em seguida, com Pecado Rasgado (1978). Outros trabalhos do autor incluem Jogo da vida, Guerra dos sexos, Cambalacho, Sassaricando, Rainha da sucata, Boca do lixo (minissérie), Deus nos acuda, A Próxima Vítima, Torre de Babel, As filhas da mãe e Belíssima.

Em pelo menos três novelas ele lançou mão de whodunits ao estilo de Agatha Christie, de quem é leitor (A próxima vítima, Torre de Babel e Belíssima).

O autor de idéias mirabolantes vive uma rotina solitária, quase espartana. Romances policiais de Agatha Christie e Dashiell Hammett são fontes de inspiração para as engenhosas tramas de Abreu. Para alimentar idéias mais açucaradas, ele também não dispensa best-sellers de Sidney Sheldon. Suas principais referências, contudo, são os musicais americanos e, claro, tramas de suspense como Psicose e Janela Indiscreta, ambos de Hitchcock, do qual é fã confesso. (Vejinha)

Os noveleiros de plantão não vêem a hora de ter a resposta para cada uma das perguntas que tanto lhe martelaram a cabeça nos últimos meses: Quem é o filho de Bia? Quem é a pessoa misteriosa? Gigi é bandido ou mocinho? O que tem escrito no caderninho de Quiqui? O frenesi pela chave-mestra que leva à revelação tem feito muita gente de detetive. Não é pra menos. A trama, de tão envolvente e prodigiosa, é um prato cheio pros curiosos e palpiteiros! Responsável por aguçar os instintos investigativos do público de Belíssima, Silvio de Abreu, o autor da novela, é um amante de livros e filmes do gênero policial. (Belíssima)

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4 pensamentos sobre “Galeria de Fãs: Sílvio de Abreu

  1. Pergunto: por que os nossos artistas brasileiros são tão inferiores (quanto ao desempenho) – mesmo àqueles tidos como os nossos melhores atores e atrizes – em relação aos artistas americanos, por exemplo? Um artista considerado “top” brasileiro não se compara a um artista considerado “mediano” americano, o que dirá com um Morgan Freeman da vida! Aliás, quando brasileiros atuam em Hollywood, ficam calados ou tem a voz modificada e assim vai… A rede record imprime em sua principal novela efeitos especiais, mas os artistas continuam com atuações medíocres! Aliás, com os efeitos especiais as atuações ficaram muito mais ridículas, ainda. Outro exemplo: assisti a atuação de Cristiane Torloni, recentemente, onde a sua personagem aparece sozinha, deprimida, em uma cena bastante demorada com uma música ao fundo… a atuação foi, no mínimo, risível! Há, é claro, raríssimas exceções, como no caso do artista Paulo Szot que venceu um prêmio na categoria melhor ator de musical em “South Pacific”; mas o brasileiro já estava praticamente “americanizado”, profissionalmente, a exemplo de Carmen Miranda. Sonia Braga bem que tentou, mas a sua atuação era vista nos EUA em filmes de quinta categoria, que lembram os de pornochanchadas brasileiros. Ademais, houve uma evolução na atuação dos profissionais americanos desde 1970; já os artistas brasileiros, se comparado um filme daquela época com um de agora, praticamente nada mudou! O que acontece? Falta-nos material humano, ou somos mesmo fraquinhos nessa área?

  2. ola meu caro silvio de abreu parabens pela sua obra dizer que tbm tenho essa vontade de entrar nesse universo pois tenho imaginaçao bastante fertil as vezes me pego fantasiando istorias que nunca conto so guardo na minha mente, ja acordei no meio da noite com uma istoria na cabeça mas que nunca coloquei no papel, bem quem sabe um dia. um abraço e saudaçoes.

  3. adoro seus trabalhos, sempre elegantes, espero um dia ter a oportunidade de participar de um deles rsrs, tenho 15 anos e adoro teatro, ainda mais historias escritas por mestres como voce.

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