Citando Agatha – Semana de 13 a 19.10.2008

Este post pertence à série “infinita e semanal” (publicado sempre às terças) de posts que abrangem um resumo (de alguns) dos blogs que citaram Agatha Christie durante a semana anterior, a fim de registrar, periodicamente, parte desta enormidade de sites que falam, por um motivo ou por outro, sobre a Dama do Crime. Neste post, citações de blogs em português de 13 a 19.10.2008.

15.10.2008
Blog: Durante Horas
Post: Agatha Christie

Agatha Christie é mesmo fascinante, é incrível como você lê 200 páginas sem perceber.
A cada história ela consegue prender o leitor de forma mágica. Comecei a gostar de romances policiais por causa dela, o primeiro livro que li foi Um corpo na biblioteca e a partir daí me tornei uma leitora assídua de seus livros, logo fui apresentada ao Hercule Poirot (Assassinato no Campo de golfe)que se tornou meu detetive favorito e ao Capitão Hasting que também é um personagem que eu adoro.Poirot será para mim meio que eterno!

13.10.2008
Blog: Estante de Livros
Post: Um Crime no Expresso do Oriente

(…) a colecção de livros da Agatha Christie que a RBA começou a comercializar recentemente, pelos preços muito convidativos e pelo renome da autora, levaram-me a adquirir os primeiros quatro volumes e neste fim-de-semana tive o meu primeiro contacto com a escritora, com a leitura de “Um Crime no Expresso do Oriente”. Antes da opinião propriamente dita, queria dizer que Hercule Poirot é uma personagem que marcou a minha juventude, uma vez que era fiel seguidora da série televisiva e, portanto, a personagem e os seus métodos não me eram completamente estranhos. Foi engraçado revê-la e “lê-la” pela primeira vez.

O veredicto final é que adorei o livro. É, do início ao fim, um desafio à inteligência do leitor. Sem grandes floreados a nível linguístico, a história e os detalhes são a grande força deste livro. As pistas vão sendo lançadas ao longo dos depoimentos e a sensação de realismo dá-se pelo facto de o leitor, quando confrontado com a resolução dos vários mistérios, ficar com a impressão que ele próprio poderia ter chegado àquelas conclusões (não porque as deduções fossem fáceis, mas porque todos os dados foram lançados e não houve nenhum elemento extra-história revelado à última da hora). A leitura é tão, mas tão viciante que a vontade é de abrir o livro onde quer que estejamos para conseguirmos saber quem é, afinal, o assassino. Resumindo, fiquei com muita vontade de ler mais da Agatha Christie e a pensar se não farei bem em continuar a fazer a colecção. Terá sido desta que o género policial me convenceu?

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s