Agatha Christie: A life in pictures

Um trecho do filme Agatha Christie: A life in pictures (não lançado no Brasil) está disponível no Youtube. Trata-se de um docudrama realizado em 2004 pela BBC. As atrizes Olivia Williams (Dra. Moira em X-Men 3; Anna em O sexto sentido), Bonnie Wright (Ginny Weasley em Harry Potter) e Anna Massey (Srta. Prism em Armadilhas do coração) interpretam Agatha em três fases da vida da escritora.

Veja a ficha do filme no site iMDB.

Link http://www.youtube.com/watch?v=NMLyduErQWE

Viajando pelo Nilo como Poirot

O Templo de Karnak

O Templo de Karnak

Um artigo de Marcel Berlins para o Times, em seu relato de viagem pelo Nilo a bordo do navio SS Sudan, traz algumas informações interessantes a respeito da escritora Agatha Christie, seu romance policial Morte no Nilo e os dois filmes adaptados do livro, que no Brasil receberam o título Morte sobre o Nilo.

LET’S get one important fact out of the way. Of all my two dozen fellow voyagers on the SS Sudan, plying the Nile between Aswan and Luxor, not a single one was murdered.

This was in sharp contrast to the experience of five passengers who undertook a trip on the very same boat more than 70 years ago, and were all shot dead. That’s a death rate of one in four.

There was only one essential difference between the two voyages: the 1936 one was fictional. It is, though, well known to millions of readers of Agatha Christie’s Death on the Nile.

Many more who have not read the book have seen at least one of the two films of it, with Peter Ustinov and David Suchet playing the ill-moustached Belgian detective Hercule Poirot. The steamship played itself, rather more convincingly.

The idea for the novel came to Christie when, during an Egyptian winter holiday, she went on the same journey that she made Poirot take a year later. That voyage is no longer available; the building of the Aswan Dam in the 1960s made it impossible.
[…]
If the Agatha Christie connection had long been forgotten in the awe and excitement of meeting Ancient Egypt, it was briefly revived at Luxor’s Old Winter Palace hotel, where I stayed the evening after leaving the cruise. Built in 1886, the year after the SS Sudan, the opulent colonial-style hotel, with its lush gardens, has been host to countless crowned heads and leaders of nations as well as the Queen of Crime. (Times Online)

Agatha Christie datilografa suas próprias histórias

Agatha e sua Remington Five

Agatha e sua Remington Five

No site da BBC, em inglês, encontram-se cinco trechos de uma entrevista que a escritora concedeu em 1955. Em um dos trechos ela diz:

What is your method, they (my friends) want to know. The disappointing truth is I haven’t much method. I type my own drafts on an ancient faithful machine I’ve owned for years. (BBC)

Do livro de viagem Desenterrando o passado (como Agatha Christie Mallowan), em que ela descreve sua primeira temporada em Chagar Bazar, no Iraque, no acampamento arqueológico do marido Max Mallowan.

Peço um gaveteiro, e Max gentilmente me permite mandar fazer um guarda-roupa com ganchos para pendurar os vestidos. Depois os carpinteiros voltam a fazer mais mesas — mesas para espalharmos os nossos cacos, uma prancheta para Mac, uma mesa de jantar, uma mesa para minha máquina de escrever…

Post relacionado
Na ponta dos dedos publicado em 4 de maio de 2008.

A Ratoeira continua batendo recordes

Elenco de A Ratoeira na certificação do Guinness

Elenco de A Ratoeira na certificação do Guinness

No dia 25 de novembro último, a montagem de A Ratoeira em Londres completou 56 anos de apresentações e recebeu um certificado do Guinness World Records confirmando que esta é a peça há mais tempo no palco.

O produtor da peça,  Sir Stephen Waley-Cohen, disse que espera que a peça continue em cartaz para sempre. O neto de Agatha Christie, Matthew Pritchard, disse que levará seus próprios netos ao teatro no próximo mês e que isso significará que cinco gerações da família assistiram à peça.

Dos números curiosos deste recorde constam as 116 milhas de camisas passadas a ferro e 415 toneladas de sorvete vendidos no teatro.

Fonte
Official London Theatre Guide

Site oficial www.the-mousetrap.co.uk

No museu de Madame Tussaud

Agatha Christie de cera

Agatha Christie de cera

Certamente você já ouviu falar no Museu de Madame Tussaud, e que até já foi citado aqui em A Casa Torta em post sobre o livro “Treze à Mesa”. Se não sabe a respeito, o Wikipedia explica resumidamente:

Museu Madame Tussauds é um famoso museu de figuras de cera. Possui a maior coleção de figuras de celebridades. A sede principal do museu está em Londres, mas também existem 7 filiais em, em Paris, Nova York, Hong Kong, Las Vegas, Amsterdam, Hollywood e Berlim (aberto em 4 de Julho de 2008).

Nossa Dama do Mistério também está retratada no museu, como você pode ver na foto ao lado.

Site oficial do museu:

http://www.madametussauds.com/London/

[Clique aqui para ver a foto da entrada do museu]

Citando Agatha – Semana de 17 a 23.11.2008

Este post pertence à nossa série – publicada sempre às terças – de posts que abrangem um resumo (de alguns) dos blogs que citaram Agatha Christie durante a semana anterior, a fim de registrar, periodicamente, parte desta enormidade de sites que falam, por um motivo ou por outro, sobre a Dama do Crime.Neste post, citações de blogs em português de 17 a 23.11.2008.

21.11.2008
Blog: Biblioteca ETs
Post: Magritte – Cento e Dez Anos de Nascimento

O famoso chapéu “coco” é recorrente em sua obra, estilo marcante de uma época… e foi descrito em detalhes na indumentária de um famoso detetive, também belga – Hercule Poirot – por sua criadora, Agatha Christie.

Um brinde ao Expresso do Oriente

A rota do Orient Express

A rota do Orient Express

De Natália Zonta para o suplemento Viagem do jornal Estadão:

Istambul ainda era Constantinopla e Agatha Christie (1890-1976) nem havia nascido. Há 125 anos, em 4 de outubro de 1883, partiam da estação Gare de l’Est, em Paris, os vagões do Expresso do Oriente. Pela primeira vez, turistas corajosos – e muito ricos – cruzavam a Europa rumo à porta de entrada da Ásia. Era o começo da história do lendário trem que inspirou tantos escritores.

O detetive Hercule Poirot não teria como estar na viagem inaugural do Venice Simplon, outro nome pelo qual o trem era conhecido. Mas se fizesse parte da lista dos passageiros, o personagem mais excêntrico da rainha do crime fatalmente reclamaria do trajeto. A princípio, o percurso não era todo feito sobre trilhos. Como seria possível investigar um assassinato com tanto entra-e-sai dos vagões?

Na época, a composição partia de Paris e seguia para Estrasburgo, Munique, Viena, Budapeste e Bucareste. Em Girgiu, na Romênia, os passageiros pegavam um barco e navegavam pelo Danúbio até Ruse, na Bulgária, onde havia um novo trem para Varna. De lá, finalmente, um ferry seguia para Istambul.

Com o tempo, a jornada pela Europa tornou-se menos tumultuada. Mas o número de pomposos vagões permaneceu sempre o mesmo, 17, para 148 passageiros. Espaço de sobra para inspirar Agatha Christie a escrever o best-seller Assassinato no Expresso do Oriente (1934).

A autora conheceu o trem em sua fase áurea. Os vagões já chegavam à Estação Sirkeci, em Istambul, por um trajeto feito só sobre trilhos e eram sinônimo de luxo – até a realeza fazia questão de conhecê-los. Ninguém poderia imaginar que, em 1977, guerras e crises políticas obrigariam o Expresso do Oriente a parar.

Leia mais clicando aqui.

Matéria em inglês da revista Danubius.

Site oficial
http://www.orient-express.com/

SAIBA MAIS

Quanto custa: o pacote de seis noites custa a partir de US$ 9 mil. Inclui todas as refeições, hospedagem e passeios

Capacidade: 148 passageiros
Vagões: 17
Restaurantes: 3
Bar: 1
Peso: 94 toneladas
Comprimento: 401 metros