Miss Marple: Solteirona, ma non troppo

O Caso do Hotel Bertram

O Caso do Hotel Bertram

“Assim mesmo, gostava de ficar sentada, recordando. De uma forma singular, aquilo a fazia reviver Jane Marple, aquela garota vestida de branco e rosa, tão inquieta… tão ingênua em tantas coisas… e quem seria aquele rapaz muito pouco recomendável que se chamava… Ó Deus, não conseguia lembrar-se do nome dele… A mãe da garota, com grande sensatez, resolvera cortar aquela amizade que nascia. Anos depois ela o encontrou — e realmente teve uma impressão horrível dele. Mas na ocasião adormecera chorando durante pelo menos uma semana !”

(Agatha Christie, “O Caso do Hotel Bertram”, 1965, página 22, tradução de Rachel de Queiroz, edições BestBolso, 2008)

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