And Then There Were None: Uma visão blogueira

And Then There Were None

And Then There Were None

O blog de cinema Cinemótica fez um post em 12.08.2009 comentando sobre a versão cinematográfica de “O caso dos dez negrinhos”:

Hm, está aí um clássico filme de suspense. Escrita por nada menos que Agatha Christie, And Then There Were None [ O caso dos dez negrinhos ], traz uma história repleta do puro suspense típico da escritora inglesa, e além do mais, o filme foi rodado em 1945, logo podemos admitir que o filme foi sim uma inovação para a época. Apesar de ter uma pouca duração, o filme consegue perfeitamente nos levar as páginas do livro, sem alterar nada, ou pôr algo a mais.

(…) Infelizmente, o filme não apresenta as técnicas do cinema atual. Me pergunto então se valeria mesmo a pena um remake dessa obra. O livro é perfeito com cada ponto de ortografia, ou seja, um ponto a mais, ou um ponto a menos, tiraria a perfeição da obra de Agatha. Será que se eles fizessem o filme de novo, a história seria levada a séria como foi no filme de 1945 ?

O estilo de comédias leves de Clair [ diretora ] e o roteiro dinâmico de Nichols diminuíram o clima macabro da obra original, mas agilizaram a história deixando-a agradável ao público, que tinha trabalho de descobrir o enigma – que é justamente uma das características básicas do livro de Agatha Christie.

Com excelente uso de humor e da ótima trilha sonora de Mario Castelnuovo-Tedesco, além das perfeitas gags visuais (uma das marcas registradas do diretor), o filme acabou se tornando um dos mais eficazes e simpáticos suspenses de todos os tempos. Um dos diálogos do filme, proferidos pela convidada miss Brent, demonstra sua leveza: “Foi muito estúpido matar o único criado da casa. Agora não sabemos nem onde encontrar a geléia”.

Para compor esta peça de humor negro o elenco foi genial, destacando-se Barry Fitzgerald (que atuara em O Bom Pastor), Walter Huston (pai do diretor John Huston e ganhador do Oscar de ator coadjuvante no clássico O Tesouro de Sierra Madre) e Judith Anderson (famosa por ser a governanta sinistra do clássico Rebecca, de Alfred Hitchcock).

Leia o texto completo no post do Cinemótica, clicando aqui.

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