RJ: Feira de livros em março de 2010

A feira de livros usados do Rio de Janeiro, já tradicional na cidade e funcionando de forma itinerante, estará no bairro de Campo Grande em março de 2010. Suas cerca de 30 barracas e milhares de livros em promoção — inclusive muitos títulos de Agatha Christie por preços entre R$ 5 e R$ 15 — estarão por lá até o desde o próximo dia 25 de fevereiro de 2010, por pelo menos quatro semanas. Qualquer mudança, estaremos de olho, e agradecemos ao leitor Rafael Dias pela colaboração.

Mantenha-se informado sobre os rumos da Feira de Livros do Rio de Janeiro visitando o post mais recente deste link:
https://acasatorta.wordpress.com/?s=%22feira+de+livros%22

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8 pensamentos sobre “RJ: Feira de livros em março de 2010

  1. Oi, a feira de livros esteve em Campo Grande, mas não chegou a expor os livros, não havia autorização da Prefeitura para venda (foi o que disse um livreiro).
    Agora não sei o destino. Se alguém souber informar, agradeço.
    O livreiro me deu esse site, mas não é atualizado. http://www.abralivro.com.br/feiras.html

  2. Eu tambem estive em Campo grande a procura da feira e obtive a mesma resposta,se alguem souber onde ela se encontra me avise por favor! obrigada.

  3. Boa noite. Sou diretor da Associação Cultural Zona Oeste e estou pasmo com a proibição das atividades da Feira do Livro em Campo Grande, por sua irreflexão, sofisma e frontalmente contrário à LOMRJ e a moralidade pública.
    Campo Grande não dispõe de livrarias e a única bibl pública é exclusiva ao ens. fundamental entre outras prejudiciais graves.
    Na secretaria da SubPrefeitura soube ser da Sec. Ordem Pública o aferrolhamento imposto à nossa cultura. De comerciantes e pedestres do calçadão, soube que a feira fatura alto, devendo, como qualquer comerciante, custer de bolso próprio o negócio de venda de livros.
    Fomos desonrados em receber o título do CALÇADÃO MAIS SUJO E CAÓTICO DO RIO e a culpa é atribuida à deseducação do povo. No entanto 100% das atividades do calçadão são exercidas por comerciantes [Os grandes empresários expoem nas calçadas geladeiras, fogões, roupas, plásticos. duas livrarias evangélicas, 3 bancas de jornais, Banco 24 h, banheiros químicos, aferrolhados pela prefeitura, andaimes para fiscais de lojas, para a ACICG, caminhões e carregadors de mercadorias,dezenas de entregadores de prospéctos, sistems de som. As jadineiras encontram-se danificdas, terra nua e arbustos sem tratamento e, quando há plantas, as mesmas carecem de tratamento, como Coroa de Cristo, com mais de 1 metro de altura e 3/4 de seus espinhos ocupando as bordas, destinadas ao assento dos pedrestres, que só podem sentar, reclinando as costas a 45º para lograr o descanço, mas fugindo das espetadas nas costas, descanços para bicicletas mal instalados, fazendo com queas rodas da frente edentrem pelas pernas das pessoas…..]

    Em análise mais profunda, constata-se que NEM UMA ÚNICA PESSOA OU INSTITUIÇÃO CULTURAL LOGROU ÊXITO EM RECEBER UM ÚNICO TOSTÃO DAS LEIS DE INCENTIVOS CULTURAIS, POR RENÚNCIA FISCAL DO ICMS, POSTO QUE, SENDO OBRIGATÓRIA A ADESÃO POR PARTE DOS EMPRESÁRIOS, CONFORME O INSPETOR DE RENDAS DE C. GRANDE, NÃO EXISTE INSCRIÇÕES.

    Existindo cerca de 50 livrarias evangélicas, a prefeitura autorizou que duas delas se estabeleçam “No olho da rua” , espaço este, destinado exclusivamente aos pedrestres e, NÃO EXISTINDO BIBLIOTECAS PÚBLICAS NORMAIS NEM LIVRARIAS, PROIBIU A FEIRA CULTURAL DE LIVROS.
    Quem poderá ser idônio em atribuir culpa aos cidadões por nosso título de pior calçadão?
    Quem pode ser idônio em privar a comunidade do sagrado direito de comprar (e mais do que isto: da motivação para a leitura) livros usados, geralmente por preços capazes de atender aos mais necessitados?
    Quem seria ousado em proibir aquilo que a lei autoriza?
    Por décadas a prefeitura não promove as edições da LOMRJ, na qual, em seu próprio bojo, a obriga para tanto. Quem poderá ser idônio em afirmar que o cidadão que não conhece a lei, tem a obrigação de cumprí-la? A mesma feira proibida, exculpada na falta de espaço e obrigação de se estabelecer com recursos próprios, exibiu para minha pessoa o livro, datado dos anos 90, que me capacitou a indicar seus dispositivos legais afontados pela prefeitura.
    Urge aunião de forças para a garantia de nossos direitos como cidadão. Contatos: 2415.4464, 8603.8366 e 9285.5704, http://WWW.CULTURALZOESTE.COM.BR. A Biblioteca Comunitária Muniz, Manoel e Joana, não possui sede, operando de modo portátil. porta em porta. O acervo é de mais de 50 mil obras, mas a catalogação foi feita até o registro 01754, podendo ser encontrada na web, através do site de procura da google, clicando o nome da biblioteca, onde poderão ser encontrados várias postagens dos acervos.
    Muito obrigado
    Gilberto José Muniz
    http://www.culturalzoeste.com.br
    gilbertocidania@superig.com.br

  4. Acabei de falar com um livreiro, dono de uma das bancas, e a feira não está em lugar algum hoje.
    Mas apartir de 4ª feira 23/03, estará no calçadão de Campo Grande.

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