Mais sobre os 35 anos sem Agatha Christie

Além do post de hoje [12.01.2011] de Lady Lucy (leia aqui), acabei de ver na Folha Online uma matéria a respeito do aniversário de falecimento da Dama do Mistério:

Há 35 anos o mundo perdia a grande dama do mistério: Agatha Christie. Sua obra se estende ao longo de mais de 50 anos. Divorciada de seu primeiro marido e com uma filha em um internato, no final dos anos 20 iniciou uma viagem pelo Oriente Médio no mítico trem Orient Express, que inspirou um de seus romances: “Assassinato no Orient Express”.

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Sugestão de leitura: Autobiografia (Agatha Christie)

Para marcar a data do falecimento da Dama do Crime (12/01/1976), vamos relembrar a sua Autobiografia, uma leitura recomendada para os fãs. O livro foi publicado pela primeira vez em novembro de 1977 na Inglaterra e nos EUA, e no Brasil em 1979 pela editora Nova Fronteira com tradução de Maria Helena Trigueiros, a mesma utilizada em outras três editoras [Círculo do Livro, Record e Altaya].

Agatha Christie: Autobiografia já não é mais editada, agora só é possível encontrar exemplares usados em sebos como os da Estante Virtual. A edições da Nova Fronteira e da Record são de capa mole, as da Altaya e Círculo do Livro são capa dura. A da Altaya é dividida em dois volumes, as outras são volume único.

Sinopse
Os fatos mais notáveis da surpreendente carreira de Agatha Christie são muito bem conhecidos. A venda de seus livros só foi superada por Shakespeare e pela Bíblia. Filmes baseados em seus romances – como por exemplo, Assassinato no Expresso Oriente – bateram todos os recordes de bilheteria. Sua peça A Ratoeira, estreada em 1952, ainda hoje lota os teatros. Cada romance seu é presença obrigatória nas listas de best-sellers no mundo inteiro. Em 1971, todos esses feitos foram oficialmente reconhecidos, quando ela recebeu o título de Dame do Império Britânico. Contudo, nem mesmo todos esse sucesso levou-a a romper a privacidade quase absoluta que impôs à sua vida pessoal.

Aqui, enfim, ela narra a história de sua vida, sua infância feliz na pequena cidade de Torquay e no estrangeiro; os devaneios de sua mais remota vida amorosa; seu primeiro casamento com o coronel Christie, que atravessou a primeira guerra e permaneceu feliz até terminar com um desapontamento traumático, os primeiros passos de sua carreira de escritora e do espantoso crescimento de seu sucesso; seu extraordinário segundo casamento com o famoso arqueólogo Max Mallowan e o fascínio que essa nova profissão touxe para sua vida, suas casas e seus jardins, sua família – tudo está aqui.

“Estou satisfeita”, escreveu ao terminar este livro, “fiz o que queria fazer”. Pois, na verdade, essa é a história de alguém que fez exatamente o que queria fazer e o fez excepcionalmente bem.