Uma menina chamada Agatha Cris

Trecho da matéria do site do jornal Extra:

O pai chegara ao cartório decidido a batizar a rebenta de Ágatha, combinado com o nome da mãe, Cristina. Em cima da hora, achou que ficaria grande demais e abreviou. Galvão não sabia, àquela altura, que traçava na certidão de nascimento a vocação da filha. Ágatha Cris nunca leu uma obra da mestre dos contos de suspense, mas já está decidida em seguir a carreira de sua quase homônima inglesa, Agatha Christie. Aos 10 anos, todos vividos no Morro Chapéu Mangueira, onde mora com o pai, a menina vai publicar seu primeiro livro, cuja história gira em torno de um mistério ao estilo preferido das escritoras que têm nome de pedra preciosa.

O enredo de “O mistério das árvores da Rua Roberto”, que ainda não foi lançado, começou ao acaso. No início deste ano, em um balcão de padaria. Galvão, que trabalha como ambulante pelas ruas do Leme há 15 anos, batia papo com um conhecido, o advogado Armando Freitas, quando Ágatha apareceu. O pai a apresentou ao amigo. Intrigado com o nome da menina, ele perguntou o que ela queria ser quando crescer. E ela não titubeou: escritora. Bingo!

Leia a matéria completa em:

http://m.extra.globo.com/noticias/rio/o-misterio-da-agatha-cris-que-nasceu-no-chapeu-mangueira-16093550.html#ixzz3ZZgygIAi

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