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Assassinato no Expresso do Oriente: Rumo a 1 milhão de espectadores no Brasil

Muito provavelmente “Assassinato no Expresso do Oriente” versão 2017 deve fechar 2017 com mais de 1 milhão de espectadores no Brasil. Veja os números da penúltima semana do ano em…

Bilheteria Brasil – 24.12.2017

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Assassinato no Expresso do Oriente: Entre os melhores filmes de 2017

Você pode ajudar a colocar a versão 2017 de “Assassinato no Expresso do Oriente” no Top10 dos melhores filmes do ano dos leitores do Cinema é Magia. Basta votar até 30.12.2017 em:

Os Melhores de 2017 segundo os visitantes do Cinema é Magia

A Casa Torta: Versão 2017 aprovada pelo The Telegraph

Quatro estrelas e um título caprichado: “Agatha Christie’s Crooked House is a sumptuous Fifties adaptation with a pleasingly contemporary feel: review”. É a matéria do The Telegraph de 17.12.2017 sobre “The Crooked House”:

Fans disappointed by the BBC’s shelving of its big festive Agatha Christie offering will have found plenty of consolation in Channel 5’s screening of a terrific new adaptation Crooked House before it goes into cinemas early next year.

We’re used to Christie mysteries being impressively cast but this was, by any standards, a star-studded affair.

Glenn Close, Gillian Anderson, Christina Hendricks… not to mention the glamorous pair taking the principle roles, Max Irons and Stefanie Martini.

Clearly, there was a lot of money behind this elegant production that was adapted (with Julian Fellowes heading up the writing team) for the first time as a standalone mystery. Christie herself described it as “one of my own special favourites”. And it wasn’t hard to see why – the labyrinthine storyline revolving around the poisoning of a wealthy, domineering patriarch was pure Christie: a rambling country house packed with as many likely suspects as red herrings. It also featured one of her more emotionally vulnerable heroes in debonair young Charles Hayward (Irons), an erstwhile junior diplomat turned private detective.

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Kenneth Branagh: Cinema é diversidade

Branagh como Poirot

Branagh como Poirot

Para o ator e diretor Kenneth Branagh, que adaptou para o cinema “Assassinato no Expresso do Oriente”, não faz sentido classificar obras cinematográficas a partir de uma gradação de mais ou menos eruditas. “É tudo obra de arte, cara”, ele defende, em conversa com o UOL:

“Li Shakespeare e Agatha Christie ao mesmo tempo em que as HQs da Marvel, quando era criança em Reading (cidade no sudeste da Inglaterra). Tudo, para mim, era entretenimento popular, e cada vez mais acho que estou certo a respeito disso”, diz.

Indicado a cinco Oscars, Branagh teve uma vitoriosa carreira de ator, iniciada no teatro. Este ano, além de encarnar o protagonista Hercule Poirot na tela, o norte-irlandês de 56 anos pode ser visto em cena no festejado “Dunkirk”, de Christopher Nolan. Do lado de lá da câmera, ele adaptou para o cinema, entre outros, “Henrique V” (sua estreia, em 1989), “Muito Barulho por Nada” (1993) e “Hamlet” (1996) e “Thor” (2011). E agora ele chega com “Expresso”, aquele que é, muito provavelmente, o livro mais popular da criadora de personagens caros aos fãs de mistério, como a querida Miss Marple e a dupla espoleta Tommy e Tuppence Beresford. “Não me prendo mais a nichos, mercados, tendências, muito menos julgo o público. Agatha Christie já foi moda e considerada ultrapassada tantas vezes”, diz Branagh. “Quando penso em uma adaptação, seja de Shakespeare, super-herói ou Agatha Christie, minha certeza é a de que o grande público não está nem acima nem abaixo de mim intelectualmente”. .

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