Kenneth Branagh: Cinema é diversidade

Branagh como Poirot

Branagh como Poirot

Para o ator e diretor Kenneth Branagh, que adaptou para o cinema “Assassinato no Expresso do Oriente”, não faz sentido classificar obras cinematográficas a partir de uma gradação de mais ou menos eruditas. “É tudo obra de arte, cara”, ele defende, em conversa com o UOL:

“Li Shakespeare e Agatha Christie ao mesmo tempo em que as HQs da Marvel, quando era criança em Reading (cidade no sudeste da Inglaterra). Tudo, para mim, era entretenimento popular, e cada vez mais acho que estou certo a respeito disso”, diz.

Indicado a cinco Oscars, Branagh teve uma vitoriosa carreira de ator, iniciada no teatro. Este ano, além de encarnar o protagonista Hercule Poirot na tela, o norte-irlandês de 56 anos pode ser visto em cena no festejado “Dunkirk”, de Christopher Nolan. Do lado de lá da câmera, ele adaptou para o cinema, entre outros, “Henrique V” (sua estreia, em 1989), “Muito Barulho por Nada” (1993) e “Hamlet” (1996) e “Thor” (2011). E agora ele chega com “Expresso”, aquele que é, muito provavelmente, o livro mais popular da criadora de personagens caros aos fãs de mistério, como a querida Miss Marple e a dupla espoleta Tommy e Tuppence Beresford. “Não me prendo mais a nichos, mercados, tendências, muito menos julgo o público. Agatha Christie já foi moda e considerada ultrapassada tantas vezes”, diz Branagh. “Quando penso em uma adaptação, seja de Shakespeare, super-herói ou Agatha Christie, minha certeza é a de que o grande público não está nem acima nem abaixo de mim intelectualmente”. .

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