O Desaparecimento de Agatha: Mais uma versão, unindo realidade e ficção

Matéria da Veja de 30.12.2021 fala sobre o lançamento do livro “O Mistério de Agatha Christie”, da Editora Planeta:

No dia 4 de dezembro de 1926, um calhambeque Morris Cowley foi encontrado às margens de uma estrada na reserva de Newlands Corner, em Surrey, sudoeste da Inglaterra. No banco traseiro, um casaco feminino e uma carteira de motorista denunciavam a dona: a escritora Agatha Christie (1890-1976), rainha da literatura policial. Procurado pelos investigadores, o marido Archibald Christie (1889-1962) disse desconhecer o paradeiro da esposa. Nos dias que se seguiram, a polícia se debruçou sobre um mistério que parecia saído diretamente da mente engenhosa de Agatha. Os tabloides noticiaram tudo como se fosse uma grande novela, e até Arthur Conan Doyle (1859-1930), criador de Sherlock Holmes, se uniu às buscas.

O desfecho, porém, deixou pontas soltas: Agatha foi encontrada onze dias depois, hospedada em um hotel com um nome falso e desmemoriada. Agora, o livro O Mistério de Agatha Christie, lançado este mês pela Editora Planeta, tenta preencher as lacunas com uma boa dose de ficção. “Ninguém realmente sabe o que aconteceu. Ela disse que teve amnésia e se recusou a falar sobre o assunto. Há vários registros sobre o desaparecimento, mas Agatha não comentou praticamente nada”, disse a autora Marie Benedict em entrevista a VEJA.

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Update 11.01.2022 – Mais uma matéria a respeito, desta vez no Estadão: clique aqui para ler.