Galileu: Ilustrações de Bernardo França sobre a vida de Agatha

As figuras abaixo estão na matéria “Agatha Christie: conheça a vida da “rainha do crime” em 5 ilustrações” (onde, na verdade, estão 6 ilustrações…) do site da revista Galileu: leia o texto clicando aqui. O ilustrador é Bernardo França.

A Haunting In Venice: Adaptação de Kenneth Branagh para A Noite das Bruxas

De acordo com o portal Terra, a 20th Century Studios vai mesmo produzir a terceira adaptação de Agatha Christie estrelada e dirigida por Kenneth Branagh, após ‘Assassinato no Expresso Oriente’ e ‘Morte no Nilo’:

O estúdio anunciou nesta segunda (10/10) o grandioso elenco de ‘A Haunting In Venice’, que reunirá os atores Jamie Dornan (‘Cinquenta Tons de Liberdade’), Tina Fey (’30 Rock’), Kelly Reilly (‘Yellowstone’), Michelle Yeoh (‘Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’), Kyle Allen (‘O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas’), Camille Cottin (‘Killing Eve’), Jude Hill (‘Belfast’), Ali Khan (‘Red Rose’), Emma Laird (‘Mayor of Kingstown’) e Riccardo Scamarico (‘O Último Paraíso’) num mistério passado na cidade de Veneza, na Itália.

O filme será uma adaptação do romance ‘A Noite das Bruxas’, lançado em 1969, e que se passa após a 2ª Guerra Mundial.

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No CanalTech:

O filme é adaptado do romance A Noite das Bruxas, de 1969, e é a terceira adaptação de uma obra de Christie para as telas dirigida por Branagh, que se mostrou empolgado em guiar um longa mais assustador e que mostrasse melhor o desenvolvimento do inspetor Poirot:

“Este é um desenvolvimento fantástico do personagem Hercule Poirot, assim como da franquia Agatha Christie. Baseado em um conto complexo e pouco conhecido de mistério ambientado no Halloween em uma cidade pitorescamente arrebatadora, é uma oportunidade incrível para nós, como cineastas, e estamos aproveitando a chance de entregar algo verdadeiramente arrepiante para nosso fiel público de filmes”

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RJ: Feira de livros usados em outubro e novembro de 2022

Até 15 de novembro de 2022, uma versão reduzida da tradicional Feira de Livros Usados do Rio de Janeiro estará expondo no Largo do Machado. São poucas barracas, mas procurando bem você consegue achar, em meio às promoções de 3 livros por R$ 10, alguns exemplares de Agatha… ou Mary, como na foto abaixo, tirada em 15.10.2022.

Angela Lansbury (1925-2022): Para sempre Miss Marple

O Cinema é Magia ja fez uma bela homenagem à grande e inesquecível…

Angela Lansbury (1925-2022)

Mas é inevitável lembrar dos tantos posts em que ela foi citada aqui no A Casa Torta.

Foi estrela da série “Murder, She Wrote”…

4.50 from Paddington / What Mrs. McGillicuddy Saw/ Murder She Said / A Testemunha Ocular do Crime [27.10.2010]
Inspirações em Agatha: Murder, She Wrote [07.12.2009]

Foi Miss Marple nos anos 1980…

A Maldição do Espelho [20.03.2008]
The Mirror Crack’d from Side to Side / A Maldição do Espelho [13.10.2010]
Tony Curtis: Grande perda para o cinema mundial [30.09.2010]

Angela Lansbury como Miss Marple

Esteve na versão cinematográfica de 1978 de “Morte no Nilo” (nos cinemas brasileiros, “Morte Sobre o Nilo”…

Agatha Christie 120 Anos | Death on the Nile / Morte no Nilo [22.09.2010]
Morte no Nilo: Atores das duas versões, 1978 x 2022 [18.07.2020]
Morte no Nilo 2022, por Tommy Beresford [12.02.2022]

Angela Lansbury em Death On The Nile

Update 20.10.2022 – Leia também:
Ron Masak (1936-2022)

Morte Morte Morte: Whodunnit, Geração Z e inspiração em Agatha

O site Estação Nerd fala sobre o filme “Morte Morte Morte”, lançado nos cinemas brasileiros em 06.10.2022. O filme não é baseado na obra de Agatha, mas a matéria é uma das que falam sobre o filme citando a Dama do Mistério:

O gênero suspense ao longos dos anos estabeleceu tipos de filmes com a característica de whodunnit, que é a criação de uma investigação sobre um assassinato ocorrido. Seu trabalho é criar a atmosfera usando o ambiente, personagens e pistas. Assim, surpreendendo o público e revelando o assassino/assassina improvável. Muito comum na literatura, especialmente nas obras de Agatha Christie, talvez a maior responsável pela popularização do subgênero. Agora, o estúdio A24 embarca novamente nesse esquema de subverter um gênero, apresentando Morte Morte Morte.

Em Morte Morte Morte, Bee e sua amiga, ambas de família muito bem sucedidas e ricas da Europa, decidem viajar juntas para uma festança em uma mansão remota. Junto com elas, outros convidados da mesma faixa etária de vinte anos, e também muito ricos. Depois de beber, usar drogas e dançar, o grupo decide jogar “Morte Morte Morte”, uma brincadeira aonde alguém é assassinado e todos precisam adivinhar quem foi o assassino.

Basicamente o filme é um comentário social sobre a geração Z, um resumo sobre esse twitterxploitation já encarnado nos jovens bombardeados pelo uso intensivo da Internet, seja Tik Tok, Twitter, Instagram, etc.

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Aqui, trecho da matéria do Acess.com, que também cita Agatha:

Produzido pela A24, o segundo longa-metragem de Halina Reijn é uma espécie de “Entre Facas e Segredos” da geração Z.

Em 2019, Rian Johnson fez sucesso com sua homenagem a Agatha Christie e deu um tom satírico ao suspense que resultou na divertida crítica social estrelada por Daniel Craig e Ana de Armas. Em menor escala, “Morte Morte Morte” tenta fazer o mesmo, mas tendo jovens de 20 e poucos anos, quase todos ricos e mimados, como alvo.

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No site Jovem Nerd:

Vale pontuar, porém, que Morte, Morte, Morte. não se trata realmente de um slasher, por mais que se aproprie da estética. O longa deixa a desejar nas mortes e na tensão, e prefere seguir mais por um caminho de suspense à la Agatha Christie. Há momentos sangrentos e chocantes, mas são poucos, espaçados e geralmente pouco impactantes.

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No TribunaPR:

Divertidíssimo e assustador, “Morte, Morte, Morte” é um verdadeiro jogo de detetive, que faz o público mudar de opinião a cada minuto da trama. As roteiristas Chloe Okuno e Kristen Ropueninan conseguem fisgar a atenção do espectador espetacularmente. É como se você estive vendo na tela, uma história de Marcos Rey ou de Agatha Christie, para o público millenials. Millenials em termo, porque a trama é aquele tipo filme de terror com adolescentes, como “Pânico”.

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No Papo de Cinema:

(…) o roteiro assinado por Sarah DeLappe utiliza o bom e velho whodunit – recurso narrativo em que a morte (ou a agressão) de determinado(s) personage(ns) desencadeia uma investigação sobre responsabilidades que, por sua vez, aponta a vários suspeitos. É algo que tornou célebre com o sucesso dos livros da escritora Agatha Christie, por exemplo. Quando um dos amigos aparece degolado no lado de fora do casarão, imediatamente a pergunta que paira no ar é: quem pode ter sido capaz de um ato dessa natureza?

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Trailer oficial:

The Guardian: O modismo dos bigodes… e Agatha

Matéria do The Guardian de 05.10.2022 fala sobre bigodes… e Agatha!

(…) “Moustaches draw the eye to the centre of the face,” says Chris Foster, creative director of the Refinery hair salon in Mayfair, where I have come to have my stubble shaped into a Rhett Butler. “For men with chubby faces, they’re more flattering than a beard.” Beards were the clear winner of the 2010s, making the leap from uncoolness to near-ubiquity. But it’s impossible to bring hipster beards back, because everyone still has them. This leaves the field open for moustaches, their more rococo cousin. (The rise of the mullet is another way this plays out, and tragically the two are not mutually exclusive.)

Wearing mine in the streets feels like walking around with an edgy new friend: one I’m not sure my other friends will like, one liable to make a dirty joke in polite conversation. Early reactions to my new look range from “I can’t take you seriously” to “You look like an Agatha Christie villain”. They could be reflecting my own awkwardness. “I can’t remember what you looked like before, honestly,” yawns my friend Suzie. As compliments go, thin beer; but at a book launch, Grayson Perry tells me the moustache looks good, and he has won a Turner prize. (…)

Leia o artigo completo (“‘You look like an Agatha Christie villain!’ The moustache is back – but should it go away again?”) clicando aqui.