Assassinato no Expresso do Oriente 2017: Mais notícias

Uma matéria do site da revista Marie Claire que fala sobre os 58 anos de Michelle Pfeiffer cita a nova adaptação de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que estreia em novembro de 2017 nos cinemas:

Entre os seus próximos projetos estão um filme da HBO, “The Wizard of Lies”, o drama “Mother!”, de Aronofsky, onde dividirá cena com Jennifer Lawrence, além da adaptação cinematográfica do livro “Assassinato no Expresso Oriente”, de Agatha Christie, que terá Johnny Depp e Penelope Cruz no elenco. “Estou mais aberta agora, em um estado de espírito melhor, porque realmente quero e posso trabalhar”, acrescentou.

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Vale lembrar que desde 2013 a 20th Century Fox está a cargo da nova versão, que tem Ridley Scott, Mark Gordon e Simon Kinberg como produtores. No elenco até agora confirmado, Johnny Depp, Judi Dench, Daisy Ridley, Josh Gad, Penélope Cruz, Michelle Pfeiffer, Olivia Colman, Willem Dafoe, Lucy Boynton e o diretor Kenneth Branagh, que fará Hercule Poirot.

A versão de 1974 venceu o Oscar na categoria de melhor atriz coadjuvante (Ingrid Bergman), além de ser indicado nas categorias de melhor ator (Albert Finney), melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor figurino e melhor trilha sonora – drama. Ganhou também três prêmios no BAFTA, nas categorias de melhor ator coadjuvante (John Gielgud), melhor atriz coadjuvante (Ingrid Bergman) e melhor trilha sonora. Recebeu ainda outras sete indicações, nas categorias de melhor filme, melhor Diretor, melhor ator (Albert Finney), melhor direção de arte, melhor fotografia, melhor edição e melhor figurino.

O Caso dos Dez Negrinhos: Mais uma adaptação

Me parecia que estava escrito em holandês… Mas parece que o site é belga… e Serskamp é mesmo uma localidade belga. Acho que só Poirot, nosso belga mais querido, para decifrar efetivamente esse mistério, ou algum leitor do A Casa Torta que seja poliglota… Seja como for, o cartaz é bem bonito:

Dit jaar pakt WAT? (Wichels Atelier voor Toneel) uit met een klassieker van formaat, geschreven door dé misdaadauteur bij uitstek, Agatha Christie. “And then there were none” vertelt het verhaal van tien mensen die in de jaren ’60 van de vorige eeuw op mysterieuze wijze op een eiland voor de Zuid-Engelse kust worden uitgenodigd.

Hoewel ze allen onbekenden zijn voor elkaar, kijken ze uit naar een aangenaam verblijf op “Soldier Island”. Achtervolgd door een wreed kinderrijmpje vallen ze als vliegen. Wie is schuldig? Of zijn ze dat allemaal?

“And then there were none” wordt wereldwijd beschouwd als Agatha Christies meesterwerk. Bij verschijnen sloeg het in als een bom. De onnavolgbaar ingenieuze plot liet critici en publiek met verstomming achter.

Kim Cattrall: Adaptação de Agatha para a TV

Kim Cattrall

Todo mundo só pergunta a Kim Cattrall se haverá outro filme baseado em “Sex And The City”, mas recentemente foi com Agatha que a atriz esteve envolvida. Veja na matéria do The New York Times:

“I like young men,” Emily French, a wealthy widow in 1923 London, tells Leonard Vole, the waiter she has enlisted to drive her home. “I like their company. I like their skin. I like their muscles, their musk, their gleam, their vigor, their heft — and their spring. I like to look.” Soon, he’s getting paid to eat out of her hand. Not long after, he’s a suspect in her savage death.

It’s lines like that, written by Sarah Phelps, that clear out the cobwebs and add a modern sizzle to Agatha Christie’s “The Witness for the Prosecution,” arriving Monday, Jan. 30, on Acorn TV.(…)

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Agatha Christie at mass: Artigo de David Grumett

O texto completo pode ser encontrado em:

“In the wake of the Second Vatican Council, Dame Agatha Christie, the renowned writer of detective fiction, added her name to a protest letter to Pope Paul VI. With over fifty other literary, musical, artistic, and political figures, Christie — who’d recently celebrated her eightieth birthday — expressed alarm at the proposed replacement of the old Mass rite, which used Latin and elaborate ritual, with a new rite in English with simpler ceremonial.

Although Christie’s then husband, the archaeologist Sir Max Mallowan, was Roman Catholic, she herself wasn’t. Christie didn’t defend the old rite, nor contest the new, on the grounds that either was good or bad for the Church. Rather, along with her fellow partners in crime, she argued that the old rite had inspired countless artistic achievements, including in poetry, philosophy, music, architecture, painting, and sculpture. These, she contended, made it a universal possession of human culture that the Church had no right to abolish. The letter had a positive outcome, securing an indult allowing the bishops of England and Wales to authorize the continued celebration of the old rite alongside the new. In 1984, a similar permission was granted worldwide.

The structure and logic of Christie’s plots mirror the Mass in its full, traditional drama. Her theological anthropology is one of lost innocence, with confessions of guilt for past offences, both spoken and unvoiced, punctuating exchanges. This guilt is frequently shared, problematizing attribution. At the centre is the death of a chosen victim, which is brought about by intentional and often meticulously planned actions. This death might be vicarious, the result of misdirected malice or false identification, and might be necessary to restore an order that has been violated by other, prior sins. A large country house is an appropriate setting, providing separation, distance, obscurity, and grandeur.

The crime’s execution and motive can’t immediately be understood, even if foreboding has preceded. Meaning instead emerges later, and progressively, out of the exchanges, recollections, repetitions, and silences that follow. At the dénouement, a deeper truth than the directly visible is finally brought fully into the light, with the significance of apparently superficial circumstances fully revealed. (…)”

(David Grumett lectures in Christian Ethics and Practical Theology at the University of Edinburgh. He is the author of Material Eucharist (OUP, 2016). David’s other books include De Lubac: A Guide for the Perplexed (T&T Clark, 2008) and Teilhard de Chardin: Theology, Humanity and Cosmos (Peeters, 2005).)

RJ: Feira de livros usados em janeiro de 2017

Neste início de ano, a tradicional Feira de Livros Usados do Rio de Janeiro esticou sua temporada de final de ano no Largo do Machado até 08.01.2017, segundo vendedores do local

Vale lembrar que, para os fãs de Agatha, há sempre barracas com livros que variam entre 5 e 15 reais, incluindo edições do Círculo do Livro em ótimo estado de conservação.

Mantenha-se informado sobre os rumos da Feira de Livros do Rio de Janeiro visitando o post mais recente deste link:

A Casa Torta aproveita e deseja um feliz 2017 a todos, além de agradecer aos visitantes e aos que deixam seus comentários e informações a respeito das feiras.