Tito Prates: Uma nova biografia de Agatha

Uma nova biografia da eterna Rainha do Crime, a escritora inglesa Agatha Christie, é uma das opções literárias no financiamento coletivo do site Catarse:

O projeto foi criado por Tito Prates, autor de Viagem à Terra da Rainha do Crime (Chiado, 2013), e tem como proposta viabilizar a primeira biografia da autora escrita originalmente em português.

Segundo Prates, o livro levou dois anos para ser escrito, contando com pesquisas feitas no Brasil e na Inglaterra. A correta e precisa datação das obras foi uma das maiores dificuldades encontradas pelo autor. “É o desafio maior de todos que escrevem sobre ela. Nem eu, nem o John Curran (autor do livro “Os Diários Secretos de Agatha Christie”) conseguimos precisão. Trocamos muita figurinha e com documentos que eu descobri e como meu livro vai sair depois do dele, acredito que vou ter a mais perfeita time line da obra de Agatha Christie produzida até hoje”, afirma.

Leia mais em
https://literaturapolicial.com/2016/05/25/financiamento-coletivo-busca-publicar-biografia-de-agatha-christie/

Agatha Christie, um ícone feminino

Uma matéria de Claire Cohen no The Telegraph de 14.06.2015 conta as múltiplas atividades, peripécias e “vanguardismos” da Dama do Mistério:

I am sitting on board a Twenties Belmond steam train, chugging into the English countryside.

I could tell you that the hills are rolling and the fields are lush. But the truth is, I hardly notice. Because I’m not here to admire the scenery. I’m here to talk about Agatha Christie.

There could hardly be a more appropriate setting to do so, amid the polished art deco fittings. I keep expecting Hercule Poirot to pop his moustached face round the carriage door.

That he doesn’t is probably something of a relief to my fellow passenger, Dr Anna Farthing, the new director of the International Agatha Christie Festival, which takes place in Torquay from September 11 to 20. Newly backed by the Arts Council, what was once a slightly sad-sounding affair is being transformed into a multi-sensory extravaganza to celebrate the author’s 125th birthday.

Você sabia que Agatha Christie surfava?

Você sabia que Agatha Christie surfava?

And it’s not the only thing getting a makeover. Imagine Christie and you probably call to mind her most famous female character, Miss Marple – a doddery old lady, grey-hair curled neatly around her face.

Agatha Christie as we imagine her (The Christie Archive)
This is the image of Christie that endures. But it is no longer the version that Farthing wants the world to see.

According to this director and academic, it’s high time we rewrote the story of Britain’s most successful female literary export – the most widely published author of all time (her estate claims she’s been outsold only by the Bible and Shakespeare).
Because, when all’s said and done, Agatha Christie was, well, a bit of a goer.

Hers is a life that will resonate with many women. She might have been born into middle-class comfort, but she became a working, single mother who faced sexual betrayal and so many of the heartbreaks and hardships familiar to us today.

Agatha Christie should probably be considered a feminist icon. The “Queen of Crime” might have been born a Victorian in September 1890, but she rarely behaved like one.

A plucky young woman, she threw herself into the war effort – training to be a nurse and enlisting in the VAD (Voluntary Aid Detachment). In Torquay’s makeshift hospital, she tended the wounded and cleaned up after amputations. “I would wash all the blood,” she wrote, “and stick [the limb] in the furnace myself.”

Leia a matéria completa em
http://www.telegraph.co.uk/women/womens-life/11672325/
Agatha-Christie-Feminist-icon-surfer-and-single-mother.html

Come, Tell me How You Live: Mais memórias de Agatha

De acordo com o site da revista Veja, vem aí um “livro esquecido de Agatha”:

Descrito pela editora como “um livro esquecido de Agatha”, o título conta com textos pessoais e trechos de um diário da viagem feita pela autora ao lado do marido, o arqueólogo Max Mallowan, pelas ruinas da Síria e do Iraque depois da Segunda Guerra Mundial. O livro ainda traz mais de 40 fotos feitas pela romancista para documentar os lugares por onde passou com Mallowan.

As viagens da dupla, descritas por Agatha Christie como uma “crônica sinuosa”, segundo o Guardian, aconteceram durante os anos 1930, quando o casal conheceu vários locais históricos, que hoje são alvo de ações extremistas do Estado Islâmico, incluindo a antiga cidade assíria de Nimrud.

Leia mais clicando aqui.

A vida de Agatha Christie em quadrinhos: Realidade ou fantasia?

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No site RTBF:

Agatha : La Vraie Vie D’Agatha Christie – Une biographie en bd qui ne manque ni de réalisme ni d’imagination : une belle réussite !

Um trecho:

Pour raconter l’existence de quelqu’un d’aussi connu –et reconnu- qu’Agatha Christie, on aurait pu se contenter de construire un livre linéaire, en suivant tout simplement une chronologie des faits marquants de sa vie. Anne Martinetti et Guillaume Lebeau, les deux scénaristes complices, en ont décidé autrement. La biographie qu’ils nous offrent a choisi de se balader dans quelques tranches de vie d’Agatha Christie, en pratiquant l’art du flash-back régulièrement, en mêlant aussi à la réalité des éléments qui appartiennent à l’imaginaire, voire même, à certains moments, à une forme de fantastique. Ils n’ont pas romancé cette biographie, ils l’ont, simplement, enluminée, éclairée, mise en évidence.

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A cozinha das escritoras – Stefania Aphel Barzini

Agatha Christie na cozinha de sua casa, na Inglaterra, em 1950. Ela era fã de pratos simples, como pães e omeletes

Agatha Christie na cozinha de sua casa, na Inglaterra, em 1950. Ela era fã de pratos simples, como pães e omeletes


Uma matéria da revista Época comenta o lançamento do livro da jornalista italiana Stefania Aphel Barzini, que analisa oa hábitos e as habilidades culinárias de escritoras e sua relação com a obra literária de cada uma.

Agatha amava cozinhar desde a infância – algo incomum para uma moça classe alta britânica, que cresceu cercada por cozinheiras. Em 1901, quando seu pai morreu, ela tinha apenas 11 anos. Enquanto toda a família foi para o funeral, ela procurou conforto na cozinha. Foi lá que Agatha passou o dia, ajudando a empregada da família a preparar o jantar. A comida também trouxe conforto quando seu primeiro marido pediu o divórcio. Nos primeiros dias após a separação, ela perdeu o apetite. Pouco depois, fez uma viagem à cidade turística de Harrogate e passou dez dias comendo tudo o que pôde. A depressão foi derrotada a golpes de garfo.

Link para a matéria completa aqui
Livro no Submarino aqui

121 anos de Agatha Christie

Hoje comemora-se o nascimento de Agatha Christie (15 de setembro de 1890). Relembre o resumão do ano passado, homenageando os 120 anos…

https://acasatorta.wordpress.com/2010/09/16/agatha-christie-120-anos-resumao/

e aproveite e visite o site da L&PM:

http://www.lpm-agathachristie.com.br/site/default.asp?TroncoID=805280&SecaoID=0&SubsecaoID=0

Agatha Christie’s Murder in the Making – Stories and Secrets from her Archives

Agatha Christie: Murder in the making

Na sequência de Agatha Christie’s Secret Notebooks, o arquivista e especialista na obra de Christie John Curran conduz o leitor através das seis décadas da carreira de Agatha como escritora, revelando algumas pistas extraordinárias para o seu sucesso e alguns trechos dos seus arquivos e contos nunca publicados antes.

Iniciando suas investigações pelos anos 1920, John Curran examina os costumes convencionais dos romances de detetive como eram na época e revela como o editor de Agatha Christie a convenceu a alterar o final do seu primeiro livro, O Misterioso Caso de Styles, uma ação que quase certamente mudou os destinos não apenas da carreira dela mas também do futuro da ficção policial. Pela primeira vez, este livro publica o final original de Agatha, dolorosamente transcrito do rascunho escrito à mão em um de seus cadernos de notas mais antigos.

Assim como revela mais de uma dúzia de ideias de livros não publicados, Agatha Christie’s Murder in the Making contém dois contos nunca vistos dos seus arquivos – The Man Who Knew e um rascunho inicial de Miss Marple, The Case of the Caretaker’s Wife.

[Tradução livre de post no site oficial.]

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Sugestão de leitura | Agatha Christie’s Secret Notebooks: Fifty Years of Mysteries in the Making