Mistério com espião? Chamem por Poirot!

A matéria é do Globo Online… Agente
neurotóxico? Melhor chamar Poirot…

A Rússia ironizou as acusações feitas pelo Reino Unido de que seu governo teria sido responsável pelo ataque com um agente neurotóxico que deixou um ex-espião em estado crítico, em Salisbury (Sul da Inglaterra), neste mês. A embaixada em Londres afirmou que o caso é um mistério que precisa da atenção de alguém como o detetive fictício Hercule Poirot, da escritora Agatha Christie.

No domingo, a embaixada já havia ironizado que era necessário contar com Poirot (…).

O ex-espião Sergei Skripal e sua filha Yulia estão em estado crítico depois de desmaiarem em um banco em Salisbury em 4 de março.

Leia a matéria completa clicando aqui.

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Ingredientes da morte: Venenos utilizados por Agatha Christie em seus livros

Da lista de mais de 1.100 posts publicados nesses 10 anos em nosso blog “A Casa Torta”, desde janeiro de 2008, alguns temas são bastante populares: bolo de café, charuto de repolho, flores, pudins, moedas… mas certamente (se juntarmos todas as buscas por Curare, Arsênico, Estricnina, Atropina…) nada é tão procurado quanto… venenos! Abaixo, alguns dos posts que trataram deste curioso tema:

Poções de Agatha: Arsênico, Ricina, Digitalina e outros venenos em novo livro [02.12.2017]

Torre Abbey e as plantas venenosas dos livros de Agatha [24.11.2009]

A senhora perita em venenos [04.09.2008]

Amêndoas & Venenos [24.01.2008]

Atropina [03.11.2008]

Ricina [06.08.2008]

Ptomaína [26.07.2008]

Curare [06.05.2008]

Arsênico [15.04.2008]

Estricnina [18.03.2008]

Verde de Scheele [12.02.2008]

Não nos responsabilizamos pelo uso de nenhuma dessas substâncias: reclamem com Agatha… 🙂

Poções de Agatha: Arsênico, Ricina, Digitalina e outros venenos em novo livro

Post do Literatura Policial no Facebook:

Todos os venenos usados por Agatha Christie nos livros nesta edição em inglês, saindo hoje de 74,15 por R$ 35,24. Achei bem interessante! O livro foi escrito pela química Kathryn Harkup, que analisa em cada capítulo um livro diferente e investiga o veneno usado pelo assassino. Alguém já leu? Mais aqui: amzn.to/2AiN425

SINOPSE
People are fascinated by murder. The popularity of murder mystery books, TV series, and even board games shows that there is an appetite for death, and the more unusual or macabre the method, the better. With gunshots or stabbings the cause of death is obvious, but poisons are inherently more mysterious. How are some compounds so deadly in such tiny amounts?

Agatha Christie used poison to kill her characters more often than any other crime fiction writer. The poison was a central part of the novel, and her choice of deadly substances was far from random; the chemical and physiological characteristics of each poison provide vital clues to the discovery of the murderer. Christie demonstrated her extensive chemical knowledge (much of it gleaned by working in a pharmacy during both world wars) in many of her novels, but this is rarely appreciated by the reader.

Written by former research chemist Kathryn Harkup, each chapter takes a different novel and investigates the poison used by the murderer. Fact- and fun-packed, A is for Arsenic looks at why certain chemicals kill, how they interact with the body, and the feasibility of obtaining, administering, and detecting these poisons, both when Christie was writing and today.

Para comprar, clique aqui:
https://www.amazon.com.br/gp/product/B00WK3FGSQ/

Portugal: Exposição Agatha Christie e as Plantas

Uma exposição denominada “De St. Mary Mead ao Cairo – Agatha Christie e as Plantas” está à disposição do público em Beja (cidade portuguesa, capital do Distrito de Beja, na região Baixo Alentejo, Portugal), desde 15.06.2011:

O Museu Botânico do Instituto Politécnico de Beja apresenta imagens e objectos (sementes, frutos, folhas) que evocam as plantas utilizadas por Agatha Christie — como veneno (cianeto, estricnina, atropina, etc.) ou apenas plantas típicas dos ambientes onde decorreram as acções dos romances (palmeira-tamareira, palmeira-de-Tebas, fidalguinhos).

Em junho e julho de 2011, o Museu Botânico fica aberto às quartas e quintas-feiras de 9h às 12:30h e das 14h às 17h. Visitas poderão ser marcadas, em outros horários, através dos e-mails:

museu@ipbeja.pt
p.nozes@ipbeja.pt

Guy Fawkes – A Noite da Fogueira

O inspetor-chefe estava acompanhado por um homem maduro, pequeno, de testa larga e grandes bigodes à militar, que agora sorria consigo mesmo.
Très bien, Japp. Meus parabéns. Foi um belo sermão.
– Essa história de pedir dinheiro para fazer o espantalho do Guy Fawkes não passa de uma desculpa esfarrapada para mendigar – disse o inspetor, ainda indignado.
– Uma tradição interessante – refletia Hercule Poirot. Os fogos de artifício continuavam a explodir – bang, bang – , mas o homem e seu crime já foram esquecidos.
O detetive da Scotland Yard concordou.
– A maioria desses garotos nem sabe quem foi Guy Fawkes.
– E a confusão só tende a aumentar. Daqui a pouco vai haver quem não saiba se esses feu d’artifice de 5 de novembro celebram um dia de honra ou a vergonha nacional. Afinal, tentar dinamitar o Parlamento inglês terá sido pecado ou virtude? (Agatha Christie, Assassinato no Beco, Nova Fronteira/2005, pág. 7)

 

Guy Fawkes

Guy Fawkes

 

É engraçado, pensando agora, no quanto eu era desligada na adolescência. Li esse livro da Duquesa da Morte lááá aos 16 anos pela primeira vez. Depois vi mais uma referência em Jane Eyre quando tinha uns 17 ou 18 e não liguei um ao outro. Só muito tempo depois, quando Alan Moore jogou-me na cara em V de Vingança, é que fui me interessar por Guy Fawkes.

Guido ou Guy Fawkes era um católico inglês que participou da Conspiração da Pólvora em 1605, junto com outros 12 jovens. O objetivo era assassinar o rei protestante James 1º [sucessor de Elizabeth 1ª e filho de Mary Stuart ou Mary Rainha da Escócia, católica], ao explodir a Casa dos Lordes durante a Abertura do Parlamento. A Casa dos Lordes e a Câmara dos Comuns funcionam no mesmo local, o Palácio de Westminster.

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Sobrevivente de caso que inspirou Agatha Christie lança livro

Capa d livro

Capa do livro

Atenção: o texto a seguir pode conter spoilers da peça de teatro A Ratoeira/The Mousetrap e do conto Três Ratos Cegos/Three Blind Mice.

O texto é a tradução livre de um artigo publicado no dia 23 de fevereiro no The Independent [leia o original em inglês clicando no link].

“Um livro de não-ficção baseado nos eventos que inspiraram A Ratoeira de Agatha Christie está previsto para ser publicado pela HarperCollins, anunciou o The Bookseller no dia 17 de fevereiro. Escrito por Terrence O’Neill, cuja história e testemunho à corte inspirou a peça de Christie, Someone To Love Us [“Alguém Para Nos Amar”, em tradução livre] será publicado em 4 de março [na Inglaterra; e no dia 1º de abril na Austrália].

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