Rian Johnson: A influência de Agatha na sequência de Knives Out

Uma matéria no site Legião dos Heróis traz uma entrevista com o diretor Rian Johnson, de “Glass Onion”, com o sugestivo título “Glass Onion: Rian Johnson comenta influência de Agatha Christie na sequência de Knives Out”. Um trecho:

Ao invés de continuar a história, o diretor pretendia fazer algo novo. Muito disso se deve à influência da autora Agatha Christie, conhecida mundialmente por seus mistérios e narrativas detetivescas. Explicando a inspiração no trabalho da escritora, ele disse:

“Mas o modo como pensávamos em continuar fazendo esses filmes sempre foi não continuar a história do primeiro, mas tratá-los como Agatha Christie tratava seus livros e fazer um mistério completamente novo todas as vezes, com um novo local, uma nova galeria de personagens suspeitos. E também, algo que Agatha Christie fazia que, como um fã, qualquer um que conhece o trabalho dela, ela realmente balançava as coisas de um livro para o outro. Não é só uma mudança no mistério. Ela misturava gêneros. Ela jogava reviravoltas narrativas loucas que nunca haviam sido usadas em whodunnits antes.”

(…) “E também, por mais que exista uma tradição de mistérios de assassinato na aconchegante Inglaterra, ou no nosso caso, casas de campo da Nova Inglaterra, há uma veia muito rica de tradição de assassinatos em viagens,” o diretor disse. “ ‘Morte na Praia’, ‘Morte no Nilo’, ‘O Fim de Sheila’, que é um dos meus filmes favoritos.”

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Mais posts do A Casa Torta sobre “Glass Onion” e “Knives Out” (“Entre Facas e Segredos”):
https://acasatorta.wordpress.com/?s=Knives&submit=Pesquisa

A Haunting In Venice: Adaptação de Kenneth Branagh para A Noite das Bruxas

De acordo com o portal Terra, a 20th Century Studios vai mesmo produzir a terceira adaptação de Agatha Christie estrelada e dirigida por Kenneth Branagh, após ‘Assassinato no Expresso Oriente’ e ‘Morte no Nilo’:

O estúdio anunciou nesta segunda (10/10) o grandioso elenco de ‘A Haunting In Venice’, que reunirá os atores Jamie Dornan (‘Cinquenta Tons de Liberdade’), Tina Fey (’30 Rock’), Kelly Reilly (‘Yellowstone’), Michelle Yeoh (‘Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’), Kyle Allen (‘O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas’), Camille Cottin (‘Killing Eve’), Jude Hill (‘Belfast’), Ali Khan (‘Red Rose’), Emma Laird (‘Mayor of Kingstown’) e Riccardo Scamarico (‘O Último Paraíso’) num mistério passado na cidade de Veneza, na Itália.

O filme será uma adaptação do romance ‘A Noite das Bruxas’, lançado em 1969, e que se passa após a 2ª Guerra Mundial.

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No CanalTech:

O filme é adaptado do romance A Noite das Bruxas, de 1969, e é a terceira adaptação de uma obra de Christie para as telas dirigida por Branagh, que se mostrou empolgado em guiar um longa mais assustador e que mostrasse melhor o desenvolvimento do inspetor Poirot:

“Este é um desenvolvimento fantástico do personagem Hercule Poirot, assim como da franquia Agatha Christie. Baseado em um conto complexo e pouco conhecido de mistério ambientado no Halloween em uma cidade pitorescamente arrebatadora, é uma oportunidade incrível para nós, como cineastas, e estamos aproveitando a chance de entregar algo verdadeiramente arrepiante para nosso fiel público de filmes”

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Encontro com a Morte: Relembrando Carrie Fisher

Muita gente se lembra da saudosa Carrie Fisher como a icônica Princesa Leia Organa de “Star Wars”. A atriz, falecida aos 60 anos em 2016…

Carrie Fisher (1956-2016)

… estreou em “Shampoo” (1975) e fez dezenas de outros filmes para cinema e TV. Entre eles, deu vida, em 1988, a Nadine Boynton em “Appointment with Death”, versão cinematográfica de nosso velho conhecido “Encontro com a Morte”, livro lançado por Agatha Christie em 1938 (o filme, no Brasil, foi chamado de “Encontro Marcado com a Morte”).

O elenco era de peso: Peter Ustinov (Hercule Poirot), Lauren Bacall, Piper Laurie, John Gielgud, entre outros.

Ficha do filme no IMDB:
https://www.imdb.com/title/tt0094669/

Kenneth Branagh: Mais Poirot na telona em breve

De acordo com matéria do site Omelete, depois de…

Assassinato no Expresso do Oriente [2017]
e
Morte no Nilo [2022]

…Kenneth Branagh continua desejando construir uma filmografia extensa com as obras de Agatha Christie:

De acordo com o presidente da 20th Century Studios Steve Asbell, o roteiro do terceiro filme já está pronto e vai adaptar “um dos livros menos conhecidos” da autora.

“É uma mudança bastante ousada de gênero e de tom. É ambientada em Veneza, no pós-guerra. […] Então acho que vocês verão o bigode de novo”, afirmou ao Hollywood Reporter.

Vale dizer que a referência a um dos traços característicos do detetive Poirot, o protagonista vivido por Branagh, se deve ao desfecho de Morte no Nilo, último lançamento da franquia, e sugere que a nova história será anterior a este mistério.

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Morte no Nilo 2022, por Tommy Beresford

Durante todos esses anos de siri cascudo nessa indústria vital, uma máxima para mim sempre foi essencial: “Nunca espere que uma adaptação cinematográfica seja fiel à obra literária original”. Bem óbvio: são formas bem distintas de contar a mesma história; ainda assim, “expectativas são criadas”, e muita gente quer ver na telona tuuuudo que leu no livro (please, não façam isso). Em adendo a essa frase fatal, há também outras duas necessárias: “Há adaptações muito fiéis que não se tornam grandes filmes; algumas são um espantoso fiasco” e “Há adaptações não muito fiéis que são excelentes”. Em meio a isso tudo, há excelentes exceções onde tudo deu certo; preciso citar “A Cor Púrpura”, um excelente livro que, em 1985, se tornou um filme maravilhoso nas mãos de Steven Spielberg e Menno Meyjes, bem diferente dos inesquecíveis escritos premiados de Alice Walker; recentemente, se tornou um musical inesquecível através da adaptação para o teatro feita por Tadeu Aguiar e Artur Xexéo em cima da adaptação de Marsha Norman. Três obras incríveis e totalmente diferentes, as três unidas pelo mesmo fio, as mesmas ideias, em mídias e formatos diferentes.

Kenneth Branagh

Nem sempre a conjunção de excelências acontece. Em minha resenha de “Assassinato no Expresso do Oriente”, em dezembro de 2017, deixei clara uma dualidade curiosa: a versão de 2017 de Kenneth Branagh para o clássico de Agatha Christie era um bom filme, mesmo sendo pouco fiel ao original da Dama do Mistério. Como fã de Agatha desde longínquos 1982, eu não poderia deixar de fazer as críticas necessárias, já que algumas situações jamais foram escritas pela autora, e algumas nem sequer eram aceitáveis. Ainda assim, o filme era uma produção caprichada e que não chegava a causar repulsa: leitores menos exigentes e cinéfilos que não conheciam o livro tinham à sua disposição um entretenimento policial de qualidade.

Armie Hammer

Chegou 2020 e veio a ansiedade de todo fã pela nova adaptação de “Death On The Nile”, que já havia inclusive sido anunciada ao final do “Expresso”. Com as filmagens já terminadas, os planos de lançamento foram adiados não somente por conta da pandemia de Covid-19, mas também pela “polêmica canibalesca” envolvendo o protagonista Armie Hammer (de “Me Chame Pelo Seu Nome”). Somente a partir de 10 de fevereiro de 2022, os brasileiros corajosos puderam correr aos cinemas para finalmente conferir a adaptação de Branagh.

Antes de comprar o ingresso, aproveitei e, como me é habitual, reli a obra lançada em 1937 alguns dias antes de assistir ao novo filme na telona. Ingênua e positivamente, fiquei com a esperança de que as principais diferenças fossem apenas uma “questão de tintura”. Logo na primeira página, Agatha descreve Linnet como “uma moça de cabelos dourados e feições autoritárias, muito bonita.”. Poucas páginas depois, aparece Jacqueline como “uma criatura pequena, delgada, de cabelos negros volumosos.”. Afinal, é tão comum e não é pecado inverter as características (Gal Gadot tem cabelos negros e Emma Mackey é quem aparece com os cabelos dourados, ambas lindas por sinal)… Tolinho.

Gal Gadot

Daqui pra frente, spoilers “discretos” são necessários. A primeira sequência é tão patética e inesperada que por algum tempo achei que a sala havia começado e exibir o filme errado. De repente, Poirot aparece e… meu Deus, Deus meu, pra quê aquilo? Por quê? Porcausdiquê essa historinha desnecessária como entrada de “Morte no Nilo”, se o que é mostrado não tem qualquer importância com o que virá?

Daí pra frente, é susto atrás de susto. A sequência logo em seguida, em que Linnet e Simon se encontram pela primeira vez, não reflete como eles se conheceram de fato, e nem havia Poirot presente, nem a cantora que conhecia Linnet e… como assim uma cantora? Como assim uma cantora que conhecia Linnet? Okay, vamos engolir o choro, comer um biscoito por baixo da máscara e seguir adiante…

Russell Brand

Nessas adaptações, sempre é possível nos depararmos com personagens “alterados” e, gato escaldado com a obra anterior de Branagh, já esperava algumas mudanças fortes, só não imaginei que dessa vez fossem tantas e tão sensíveis. No livro original, o personagem vivido no atual filme por Ali Fazal é Andrew Pennington; agora, com novas características e participação bem mais discreta, o advogado e “Tio Andrew” ganhou o sobrenome de… Katchadourian. Já o Dr. Bessner virou Dr. Linus Windlesham, interpretado por Russell Brand, que seria ex-noivo de Linnet… oi? Calma lá que fiquei confuso. No filme, o médico é portanto uma mistura de Bessner com Lorde Windlesham, que no livro era sim pretendente de Linnet, citado nas primeiras páginas mas que, no decorrer da trama literária, nem aparece mais. No filme, o novo Linus Windlesham, além de demorar a ter uma fala e de “acudir mortos e feridos”, nutre sua paixonite ciumenta (e suspeita) por Linnet. Eita… Okay, a essa altura ainda estou bastante paciente, aceitei mais estas alterações, embora não tenha visto necessidade.

Tom Bateman

Mas, pelamor, quem é Monsieur Bouc mesmo? Aí precisamos forçar a memória e lembrar que é um personagem vivido por Tom Bateman no “Assassinato no Expresso do Oriente” de Branagh (Bouc era diretor da Compagnie Internationale des Wagons-Lits) que NÃO EXISTE na história do Nilo… pra quê, gente? Devolvam o Coronel Race (um dos melhores personagens da bibliografia de Agatha e que, este sim, está nas páginas de “Death On The Nile” e com destaque)! Bouc surge no Nilo soltando pipa (oi?) e ainda colocaram Annette Bening como sua mãe, outra personagem que não existe na trama original, para… para… não sabemos para quê… Annette, sempre talentosa, faz uma personagem desnecessária, patética e cujo “tubo de tinta vermelha” entra na trama principal… Affff… tragam de volta os vidros de esmalte!

Ainda assim, a questão do esmalte não é o que estraga a principal cena da história (uma de minhas preferidas de todos os livros de Agatha). No livro, é Jacqueline quem insiste para “ter plateia”; no filme, não. No livro, é Jacqueline quem chuta a arma (ato essencial na trama); no filme, não. O timing da cena é ruim, porque induz o espectador ao erro quanto à permanência de Simon sozinho. E, posteriormente, Simon fica realmente mal, a perna está tão ferida que ele não tem condições de sair da cabine e chega a ter febre; no filme, ele é carregado de um lado para o outro com a melhor cara do mundo. Outra situação crucial na trama é o encontro e a conversa de Simon com Jacqueline depois do tiro que, no livro, é um pedido dele. No filme, é um bilhetinho en passant. Me poupem.

Annette Bening

Esqueçam cleptomania, garrafas jogadas do convés, a história de Joanna Southwood, o “J” escrito a sangue na parede, crucifixo, Mr. Ferguson, Jim Fanthorp, Cornelia Robson, Signor Richetti, Tim Allerton e sua mãe… muitas situações e personagens foram suprimidos. O destino de Louise Bourget é… melhor nem co(me)ntar. A terceira vítima do livro é outra, a original passa ilesa no filme… Até o colar de pérolas vira outra joia… A relação entre Miss Bowers e Miss Van Schuyler surpreenderá muita gente. Aliás, no filme Linnet já conhecia todo mundo anteriormente… ela até paga para que todos a acompanhem em sua lua de mel fluvial, jizuismariajosé… Para citar só mais uma escalafobetice, a aparição de Jacqueline no Karnac é em momento diferente da chegada contada no livro, e quase precedida de uma tempestade de areia… Tá puxado.

Há coisas boas? Claro que sim. Visualmente, é um filme deslumbrante. Bela direção de arte, fotografia arrasadora, uma ótima trilha de Patrick Doyle, a protagonista Gal Gadot como sempre magnetizante e uma direção eficiente de Kenneth Branagh. Mas nada disso é suficiente para um roteiro tão “deturpador” da obra original de Agatha. Afinal, se não bastasse todo o resto, como suportar Poirot apontando arma pra todo mundo, correndo atleticamente por escadas e convés, escapando de tiroteio… epa… tiroteio? Que tiroteio, Branagh? E aquelas cicatrizes gigantes? Pelamor.

Emma Mackey

E há Emma Mackey. A Jacqueline de Bellefort de Emma Mackey (de “Sex Education”) é a personagem mais interessante do filme mas, cataploft, quase some da metade pro fim. Ainda assim, Emma brilha intensamente. Menção também para o Simon de Armie Hammer; pena que Branagh tenha perdido tanto tempo explicando o bigode de Poirot ao invés de apresentar melhor o “homem que troca de noiva”. Uma pena. A Linnet da supracitada magnetizante Gal Gadot é menos poderosa, mais frágil que a do livro, um pouco mais ousada, mas “no conjunto da obra” os três compõem um bom trio. Branagh perde tempo demais com outras tramas inventadas, com escolhas equivocadas que às vezes cansam o espectador. E com Annette Benning: pra quê, meu bem?

Até então, para mim, a versão cinematográfica “definitiva” era a que foi lançada em 1978, Oscar de Melhor Figurino em 1979. No Brasil, esta versão (de John Guilhermin) recebeu o título de “Morte Sobre o Nilo” e, como a atual, também tinha um elenco estelar: Lois Chiles, Mia Farrow, Simon MacCorkindale, Bette Davis, George Kennedy, Olivia Hussey, entre muitos outros, além de duas grandes atrizes que foram indicadas ao BAFTA como coadjuvantes: Angela Lansbury e Maggie Smith (Peter Ustinov, que fazia Poirot, também concorreu ao BAFTA de Melhor Ator pelo filme, e o Coronel Race existia no filme de Guilhermin, sob a batuta do inesquecível David Niven). Há outras versões e, nos últimos anos, qualquer adaptação agathachristiana com David Suchet como Poirot é digna de menção. Continuarei com a de 1978, e tentarei revê-la em breve para superar esta decepção de fã e cinéfilo. O livro de Agatha Christie é um de meus favoritos de sua excepcional obra e é, por muitos, considerado uma de suas melhores histórias. Não basta, porém, capricho na produção e uma fotografia impressionante: falta tudo ao filme de Branagh. Infelizmente.

Tommy Beresford

Publicado originalmente em
https://cinemagia.wordpress.com/2022/02/12/resenhas-morte-no-nilo/

Por Que Não Pediram a Evans: Primeiras cenas

O perfil do Facebook do Literatura Policial publicou as primeiras imagens da adaptação de Hugh Laurie para “Por Que Não Pediram a Evans?”, com estreia em breve:

Leia também:
First Look at Will Poulter, Emma Thompson in ‘Why Didn’t They Ask Evans?’

Emma Thompson

Morte no Nilo 2022: Cartazes individuais da nova versão

Como era esperado, não foi lançado um poster com Armie Hammer… A nova previsão de estreia no Brasil é 10 de fevereiro de 2022.

Os cartazes foram divulgados pela 20th Century Fox. Clique nas figuras para abrir em tamanho maior.

YouTube: Poirot e mais Poirot

Já publicamos aqui, esses anos todos, muitas dicas sobre vídeos dos filmes e séries envolvendo as obras de Agatha, mas muitos deles acabam saindo do ar com o tempo. Vai aqui a dica de um canal com dezenas de episódios da série Poirot, todos disponíveis em vídeos do YouTube:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLur-u8joYJPHijJOuPcNgo41KHKzI-hC1

Adaptação de Hugh Laurie: Why Didn’t They Ask Evans? tem elenco revelado

Will Poulter

Em abril de 2021 saiu a notícia que causou tanta ansiedade nos fãs…

Nova adaptação: Hugh Laurie dirige Why Didn’t They Ask Evans?

… e neste 10.06.2021 o site Deadline não somente confirmou a produção mas falou sobre o elenco:

“The Revenant” star Will Poulter and “Bohemian Rhapsody”’s Lucy Boynton are to lead the cast of Hugh Laurie’s three-part adaptation of Agatha Christie’s murder-mystery Why Didn’t They Ask Evans?.

Deadline revealed that The Night Manager and House star was behind the adaptation in April and the series is starting production this week.

(…) The cast also includes Maeve Dermody (“The Secret Garden”), as Moira, the troubled wife of psychiatrist Dr. James Nicholson and Conleth Hill (“Game of Thrones”) as Bobby’s genial mentor, Dr. Alwyn Thomas, who is at Bobby’s side when he discovers the body. Daniel Ings (“I Hate Suzie”) will star as Roger Bassington-ffrench, the beguiling early target of the crime-solving duo and Jonathan Jules (“Small Axe”) as Ralph “Knocker” Beadon, a trusted shipmate of Bobby’s who finds himself conscripted into the duo’s caper.

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Nova adaptação: Hugh Laurie dirige Why Didn’t They Ask Evans?

A notícia da semana é a adaptação de “Por Que Não Pediram a Evans” pelo eterno Dr. House. O ator Hugh Laurie será responsável pela produção, direção e roteiro de uma nova adaptação de “Why Didn’t They Ask Evans?” para BBC Studios:

(…) BritBox, which is owned by BBC Studios and ITV, just commissioned its biggest U.S. series to date: attaching House and The Night Manager star Hugh Laurie to write, direct, and executive produce an adaptation of Agatha Christie novel Why Didn’t They Ask Evans? for its North American service.

Hugh Laurie

The three-part limited series will be produced by Mammoth Screen, which handled such recent Christie adaptations as And Then There Were None and The ABC Murders.

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No site Deadline:

Hugh Laurie has signed up to write, direct, and executive produce an adaptation of Agatha Christie novel Why Didn’t They Ask Evans? for BritBox in North America.

The three-part limited series represents the BBC Studios and ITV-owned streamer’s biggest U.S. commission to date, and the project will be housed at Mammoth Screen, the Christie specialist behind recent adaptations of And Then There Were None and The ABC Murders, starring John Malkovich.

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Morte no Nilo: Acusações sobre Armie Hammer e o adiamento da estreia

Armie Hammer

O ator Armie Hammer (indicado ao Globo de Ouro 2017/2018 por “Me Chame Pelo Seu Nome”) está no centro da polêmica (com contornos bizarros e policialescos) que, além da pandemia, afeta inclusive o lançamento de “Morte No Nilo”. Em 2021, surgiram alegações contra Hammer sobre abuso sexual, canibalismo, fetichismo, agressão física, abuso emocional, entre outras. Com as acusações, ele saiu da série “The Offer” e perdeu sua assessoria de imprensa. Ainda não há previsão de quando responderá na justiça. No site da revista Quem:

Morte no Nilo, o filme estreado por Gal Gadot e Armie Hammer, foi adiado para fevereiro de 2022 em meio às acusações de canibalismo envolvendo o ator, que também está sendo investigado por estupro pela polícia de Los Angeles. A estreia do longa já tinha sido transferida três vezes devido à pandemia de coronavírus e a produção deveria chegar às telas de cinema em setembro deste ano.

Hammer tem sido alvo de diversas acusações de ex-namoradas, que afirmam terem sido vítimas de assédio sexual, estupros e abusos de suposta natureza canibal. A denúncia mais recente contra ele foi feita por uma jovem chamada Effie, que diz que o ator a estuprou por mais de quatro horas, além de ter cometido outro atos de violência contra ela, em abril de 2017.

Armie Hammer e Gal Gadot em Morte no Nilo

Outra ex de Hammer, Paige Lorenze, afirmou ter tido uma região íntima de seu corpo marcada à faca com a inicial do ator durante um momento a dois. Diversas mulheres relataram conversas em que ele falava sobre praticar atos de canibalismo com elas.

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Leia também:
Elizabeth Chambers, ex-mulher de Armie Hammer, aponta filme e amizade com Timothée Chalamet como causas da ‘piração’ do ator
Após ser acusado de canibalismo, Armie Hammer é investigado por estupro

Update 30.03.2021 – Leia também:
Acusado de estupro e canibalismo, Armie Hammer é afastado de terceiro papel

Update 31.08.2022 – Sobre a série documental de Casey Hammer sobre a família:
House of Hammer: Segredos da Família de Armie Hammer em breve em série documental

Young Agatha: Infância e adolescência de Agatha em nova série

Segundo matéria no site Deadline, Agatha Christie terá sua infância e adolescência contada em uma nova série:

Former ABC chief Paul Lee’s independent studio wiip is developing a TV series exploring the teenage years of Agatha Christie, the iconic British crime writer behind genre-defining characters including Hercule Poirot and Miss Marple.

Wiip has enlisted UK writers Rebecca Pollock and Kas Graham, who penned Ruth Wilson feature The Book Of Ruth, to work up the series, which will tell the story of how a precocious teenager mourning her father’s death became one of the most prolific and beloved mystery novelists of all time.

Set in the early 1900s in Devon, England, Pollock and Graham are planning on writing an action-packed drama, which will be titled Young Agatha. They said it would be a “dynamic and supercharged coming-of-age story” that would offer an “empowering and adventurous take on how she became the greatest mystery writer in history.”

(…) Young Agatha will be executive produced by Pollock and Graham alongside wiip’s Lee, David Flynn and Josh Stern. Commenting on Pollock and Graham’s involvement, Flynn and Stern said: “They are wonderfully equipped to honor the legacy and spirit of Agatha Christie and at the same time have found a deeply modern and inventive way into her story.”

Ainda não há data prevista. Mais detalhes em breve.

Leia o artigo completo (em inglês):
Wiip Sets Up TV Series On Teenage Years Of British Crime Writing Icon Agatha Christie

Update 20.03.2021 – Vídeo do Literatura Policial a respeito:

Uma homenagem a Christopher Plummer (1929-2021)

Ele estará eternamente em nossos corações pelo clássico “A Noviça Rebelde”. Também será lembrado por inúmeros outros filmes, como “Toda Forma de Amor”, pelo qual ganhou diversos prêmios aos 80 anos. Mas o grande ator…

Christopher Plummer (1929-2021)

… também esteve em obras cinematográficas de mistério. Uma delas foi baseada em Agatha: ele interpretou Leo Argyle na adaptação de 1984 para…

Punição Para a Inocência (Ordeal by Innocence)

Mais recentemente, esteve no elenco de um grande sucesso, “Entre Facas e Segredos”, de 2019.

Para sempre em nossa memória estará o grande ator Christopher Plummer.

The Pale Horse: O Cavalo Amarelo estreia no Globoplay em 27.01.2021

De acordo com o site VCFaz, a minissérie “The Pale Horse” (O Cavalo Amarelo), exibida em 2020 pela BBC, estreia em 27.01.2021 no Globoplay:

Em dois episódios, a série baseado no romance homônimo de Agatha Christie, originalmente publicada em 1961 e é estrelada por Rufus Sewell, Kaya Scodelario, Sheila Atim, Georgina Campbell e Bertie Carvel.

A adaptação acompanha Mark Easterbrook (Sewell), um escritor que encontra sua primeira esposa eletrocutada no banheiro. Como se não bastasse uma morte, o homem se vê envolvido numa investigação policial quando seu nome aparece numa misteriosa lista escondida no sapato de outra jovem assassinada. Ao se tornar o principal suspeito, Easterbrook decide averiguar os casos por conta própria e acaba indo para a famosa Pale House, uma casa peculiar onde moram três supostas bruxas.

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Morte no Nilo: Sem data para estreia

De acordo com o site CinePop, o lançamento da nova versão cinematográfoca de “Morte no Nilo”, adaptação do livro de Agatha com Gal Gadot e grande elenco, foi adiado por tempo indeterminado…

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Outros posts sobre o novo filme: clique aqui.

Uma curiosidade sobre as adaptações: o livro originalmente se chama “Death On The Nile”. No Brasil, a edição (linda e clássica) do Círculo do Livro, publicada nos anos 80, grafou na capa “A Morte No Nilo”. Já o (excelente) filme de 1978 chegou ao Brasil como “Morte Sobre o Nilo”. As versões brasileiras atuais do livro, bem como o novo filme em produção, foram lançados como “Morte No Nilo” mesmo…

Morte no Nilo 2020: Nova data de lançamento

De acordo com o perfil Literatura Policial no Facebook…

https://www.facebook.com/literaturapolicialcom/

… a estreia da nova versão de “Morte no Nilo”, adaptação de Agatha Christie com direção de Kenneth Branagh, foi adiada para 23 de outubro de 2020, duas semanas além do lançamento original, devido à pandemia de Covid-19.

Mais posts sobre Morte no Nilo:
https://acasatorta.wordpress.com/?s=nilo&submit=Pesquisa

Hugh Laurie: Série sobre Agatha em breve

Segundo o site Omelete, Hugh Laurie, conhecido por seu papel na série House, está desenvolvendo o roteiro de uma série que adaptará uma obra de Agatha Christie para a BBC:

Segundo a Variety, a história da autora que está sendo trabalhada ainda não foi revelada. 

Laurie está adaptando o roteiro e ainda não divulgou planos de estrelar a série. Nenhum outro detalhe do projeto foi anunciado. 

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