Galeria de Fãs: Theresa May

Theresa May

Theresa May

Doctor Who, Agatha Christie, Natal e… a Primeira Ministra inglesa! Acompanhando sempre de perto o cotidiano de Theresa May, o site da BBC traz esse “mix” no final de 2016:

While being a fan of “Scandi dramas” like Borgen, Theresa May told the Radio Times she’d tune in to Doctor Who and “a nice Agatha Christie”.

Earlier in the day, she’ll have a drink with friends before helping churches in her Berkshire constituency who provide lunch for elderly people.

The PM also said she enjoys Strictly Come Dancing, but wouldn’t take part.

“I always like to see Doctor Who on Christmas night, if possible, and a nice Agatha Christie to curl up with. David Suchet was a great Poirot – he got him to a T,” she said in the Christmas issue of the magazine.

Leia mais em
http://www.bbc.com/news/uk-politics-38199728

Galeria de fãs: João Guilherme

O ator de “Cúmplices de um Resgate” que em fevereiro de 2017 completa 15 anos é fã de um dos mais importantes livros da obra de Agatha Christie: João Guilherme revela seu gosto em seu livro “João Sendo João”.

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Top 5 de Agatha Christie: Unanimidade impossível

O blogueiro Wellington Ferreira fez sua lista dos cinco melhores livros de Agatha Christie. Confira em

http://www.ovendedordelivros.com.br/2012/03/os-5-melhores-livros-da-rainha-do-crime.html

Na lista de Tommy Beresford, estão, sem ordem de preferência…

– Um Gato Entre os Pombos
– O Inimigo Secreto
– A Maldição do Espelho
– A Mansão Hollow
– O Caso dos Dez Negrinhos

…mas estes foram apenas os 5 primeiros lembrados (e eu já troquei dois antes de concluir este post)… Cinco é muito pouco.

E a sua? Quais os seus livros de Agatha Christie favoritos?

Mario Prata e a literatura policial

Ana Paula Laux publicou no “Literatura Policial” uma entrevista com o escritor Mario Prata, de Rogério Christofoletti:

Todos concordam: Mario Prata é uma figura! Um dos mais ativos escritores brasileiros é também um dos mais queridos por artistas, jornalistas, colegas de profissão e – claro! – leitores. Conhecido pelo texto bem humorado, pela franqueza e por falar pelos cotovelos, Prata já transitou por todas as áreas da escrita, produzindo roteiros de cinema e peças de teatro, telenovelas, crônicas, romances, livros infantis e infanto-juvenis, e – claro! – policiais!

Como não para quieto, neste mês, deve lançar “Mario Prata entrevista Uns Brasileiros” pela editora Record. Ele anda feliz com o nascimento do segundo neto, Daniel. Mas Mario também anda sem tempo, inclusive para se dedicar ao que mais quer: escrever a terceira aventura de seu detetive Ugo Fioravanti. No intervalo das frequentes viagens, ele falou com exclusividade para o literaturapolicial.com

Veja a entrevista completa em
http://literaturapolicial.com/2015/02/23/mario-prata-a-melhor-literatura-que-se-faz-hoje-e-a-policial/

Um trecho:

— Se você fosse presentear alguém querido com três títulos de romance policial imperdíveis, quais seriam?

Li muitos livros num período muito curto e nem sempre eu guardo os nomes e os títulos. Mas, por exemplo, um livro que estaria nessa lista é o “O assassinato de Roger Ackroyd”, da Agatha Christie, e também “Testemunha de acusação”. Eu daria esses dois dela, mas não daria nenhum do Sherlock Holmes, mas uma imitação dele: “O nome da Rosa”, do Umberto Eco, um grande policial!

Galeria de Fãs: Cintia Simizo

Cíntia Simizo

Cíntia Simizo

Reprodução do belo depoimento de Cíntia Simizo, no Facebook da própria em 18.09.2014:

Eu quero ganhar o livro Os Crimes do Monograma! ‪#‎PoirotVemAí‬

O primeiro contato com os livros da Agatha Christie se deu durante a adolescência, onde passei a comprar os livros que saíram em uma coleção de banca de jornal, com a obra completa da autora.

Foi uma paixão a primeira lida, esperava ansiosamente a cada título novo em que era publicado e nesse meio tempo, como não tinha muitos livros, acabava relendo todos os que haviam sido publicados anteriormente, pois alguns demoravam a sair, o que me deixava ansiosa por mais e mais histórias.

A maneira em que Dame Agatha elucidava cada “crime/mistério” sem chance de pontas soltas, só fazia com que me tornasse mais exigente em relação a outras histórias, filmes, séries. E fascinada pelo método de escrita dela. A princípio era humanamente impossível conseguir acertar algo, mas ao longo dos vários livros, passei a “pensar” como alguns desses detetives fantásticos criados pela dama do crime.

Foi nesse meio tempo em que acabei “descobrindo” uma lista de discussão por email dos livros da Agatha e, esses foram os meus primeiros amigos virtuais, foi uma verdadeira família, onde passei a conversar sobre diversos assuntos, dividir impressões, discutir livros favoritos, outros nem tanto, descobrir outras paixões em comum, até que não mais nos contentamos em permanecer no “virtual”, pude ver de perto pessoas que já conhecia tão bem, que sei que posso contar em qualquer momento da vida, mais do que algumas pessoas próximas a mim.

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Galeria de Fãs: Arnaldo Malheiros Filho

Arnaldo Malheiros Filho

Arnaldo Malheiros Filho

Uma matéria no site Consultor Jurídico publicada em 25.09.2012 traz entrevista com o criminalista Arnaldo Malheiros Filho, que cita Agatha:

(…) Entrei na área policial — gênero que aprecio até hoje — através de Sherlock Holmes. Achei a série vermelha da Melhoramentos, completa, na garagem de casa, lugar com certa umidade. Os livros, não sei por que, eram impressos em papel cor-de-rosa que, com a umidade, ganharam um cheiro marcante. (…)

Daí fui para Agatha Christie e a Inglaterra do entre-guerras e do pós-guerra, um encanto. Para mim seu livro mais simbólico é Um Corpo na Biblioteca, que recentemente reli no original, bem mais saboroso que nas traduções. (…)

Leia a reportagem completa clicando aqui:

http://www.conjur.com.br/2012-set-25/livro-aberto-livros-vida-criminalista-arnaldo-malheiros-filho