Lucy Foley: O que Agatha Christie faria nesta situação?

Uma matéria do Metropoles traz entrevista com Lucy Foley:

(…) Em O Apartamento de Paris, Jess é uma jovem inglesa que vai à França em busca de um recomeço. Ela decide pedir abrigo ao meio-irmão, Ben, um jornalista que não perde a chance de ir atrás de uma boa história, e com quem mantém uma relação distante. (…) A trama, somado a outros sucessos como A Lista de Convidados e A Última Festa, garantiram a autora os primeiros lugares na lista dos mais vendidos. Além disso, a tornaram conhecida como a “Agatha Christie do século 21”.

“Eu fico muito orgulhosa, mas não sei se mereço isso tudo”, diz Foley. Modéstia à parte, ela reconhece que Christie é uma grande fonte de inspiração, ao lado de nomes como Patricia Smith e Daphne du Maurier.

“Sempre que fico travada em alguma trama, eu penso: ‘O que Agatha faria nesta situação’. Eu tento incorporar o espírito dela”, conta Foley.

Leia a matéria completa clicando aqui.

Lucy Foley

O vídeo de Luiz Prisco com a entrevista está no Youtube:

Post relacionado:
The Sydney Morning Herald: Mistérios mundo afora (e as influências de Agatha)

Jô Soares (1938-2022)

Fica aqui a homenagem ao multiartista incrível que nos deixou em 05.08.2022. RIP Jô Soares.

Jô Soares (1938-2022)

Galeria de Fãs: Olga de Mello, De Frente Para Agatha Christie

Olga de Mello

No site Diário do Porto, um texto de Olga de Mello sobre Agatha:

Em criança, nas férias, toda tarde eu mergulhava nos livros policiais que meu pai havia guardado desde os anos 1940, e me sentia como se vivesse intensamente aqueles dias de folga. Amadureci como leitora, mas preservei o imenso prazer que thrillers oferecem, voltando, vez por outra a clássicos de Dashiell Hammett, Raymond Chandler, Patricia Highsmith, James M. Cain, e, claro, Agatha Christie, a mais bem-sucedida autora do gênero – e devidamente desprezada por muitos críticos.

Para reviver a sensação de folga que a leitura me proporcionava naquelas distantes férias da infância, reli, ao longo de dez dias, diversos policiais, a maioria de Dame Agatha, nos últimos dias. E, sim, sua obra é irregular mesmo. Ao lado de tramas bem cuidadas e farsas urdidas com maestria, estão diversas obras sem tantas maquinações, concluídas apressadamente.

Com 93 livros e quase vinte peças para teatro, é compreensível que nem toda a produção alcance tanta qualidade – até porque Agatha não mantinha um grupo de pesquisadores e colaboradores, prática corriqueira nos escritores de bestsellers da atualidade, mas inaugurada por Alexandre Dumas, o rei dos folhetins, que empregou pesquisadores e redatores, entre eles Auguste Maquet, hoje visto como um coautor de suas principais obras. (…)

Leia o artigo completo clicando aqui.

Tom Adams (1926-2019): Embelezando as obras de Agatha

Falecido no final de 2019, as ilustrações de Tom Adams contribuíram muito para destacar os livros de Agatha Christie nas prateleiras das lojas:

O mais curioso é que sua carreira começou com uma simples aposta. Em 1961, o diretor de design Tony Colwell desafiou Adams, dizendo que ele não conseguiria criar um design para o primeiro romance de John Fowles. Sua capa excedeu as expectativas de Colwell e ajudou a tornar o conto sombrio de Fowles sobre sequestro um sucesso de vendas.

Leia a matéria completa do site Hypeness clicando aqui.

Mais sobre Tom Adams (em inglês) em
https://en.wikipedia.org/wiki/Tom_Adams_(illustrator)
https://www.theguardian.com/artanddesign/2020/feb/03/tom-adams-obituary

Clique nas figuras para abrir em tamanho maior:

Galeria de Fãs: Duda Menezes

A recifense Eduarda (Duda) Menezes é jornalista, blogueira, youtuber e devoradora compulsiva de livros. Manteve um blog, até abril de 2017, que falava bastante de Agatha Christie:

http://www.book-addict.com/

Canal no Youtube:

https://www.youtube.com/channel/UC_DEsOhuCBn0d0teuJmPuuA

Duda Menezes

Duda Menezes

Galeria de Fãs: Jean P. Chauvin

Jean P. Chauvin

Jean P. Chauvin

Jean P. Chauvin é responsável pela disciplina O Romance Policial de Agatha Christie, na Escola de Comunicações e Artes da USP. O site Jornal da USP publicou um texto seu sobre Agatha em 07.05.2018:

Todo romancista em algum momento recorre a expedientes para relembrar (ao leitor) o nome das personagens que criou. Esse procedimento se revela particularmente útil quando a quantidade das figuras é maior que a habitual.

Chamemos a esse recurso de recapitulação.

A intervalos mais ou menos regulares, o escritor leva o investigador (ou seu auxiliar) a fazer uma lista de pessoas, ações e lugares, como forma de recordar e melhor organizar as suas anotações. Essa providência tem como alvo primário o leitor, que fixará mais facilmente o nome das criaturas envolvidas na trama.

A questão é que ao recapitular os elementos desse modo, o escritor corre o risco de tornar a leitura cansativa e, mesmo, arrastada. Na tentativa de facilitar a vida do leitor, a narrativa pode ser comprometida em sua fluidez e progressão. Isso porque as constantes retomadas de dados (especialmente aqueles já registrados por outras personagens) provocam a sensação de que o didatismo nem sempre favorece a qualidade literária.

Esse senão é particularmente perceptível em Nêmesis (1971), um dos últimos trabalhos de Agatha Christie. Protagonizado por Miss Jane Marple, o romance começa por retomar sua curiosa parceria com o Sr. Rafiel, de Mistério no Caribe (1964). Triste constatação: os quatro capítulos iniciais de Nêmesis envolvem personagens do romance anterior, com direito à repetição de opiniões por parte de Miss Marple e dos advogados do Sr. Rafiel.

Antes de prosseguir, uma importante distinção. Poderíamos mencionar dois métodos de recapitulação em Nêmesis. 1. Externo, ou intertextual, em que o enredo de um romance dialoga (ou serve de estofo) com o de outro; 2. Interno, ou endógeno, em que determinados pensamentos ou diálogos são reproduzidos no interior do próprio romance.

Leia o texto completo clicando aqui.

Luiz Carlos Merten: Os eternos mistérios de Agatha

Luiz Carlos Merten

Luiz Carlos Merten

Com o título “Os eternos mistérios de Agatha”, o Estadão publicou em 03.03.2018 texto de Luiz Carlos Merten:

Sou, vocês sabem, um voraz leitor de Agatha Christie. Hércule Poirot, Miss Marple, Superintendente Battle, Tommy e Tuppence, Parker Pyne, Ariadne Oliver… Conheço todos seus personagens, mas cada vez mais entendo o fascínio da autora por Mr. Quin. A própria Agatha o considerava seu personagem mais complexo e misterioso. Sr. Quin, o invisível, não exatamente humano, mas ainda assim compassivo, atraído pelos assuntos dos humanos, em especial dos amantes. E, com ele, o Sr. Satterthwaite, seu amigo e parceiro no mundo mortal, o eterno observador que termina sempre por intervir e, como deus ex-machina, rearranja o mundo, aproxima os amantes. O Sr. Quin descende do Arlequim, o Arlecchino da commedia dell’arte. Arlequim, Pierrô, Colombina, Pierrete, Polichinelo. Acabo de reler O Misterioso Sr. Quin e cheguei a comentar com Dib Carneiro que um dos contos do pequeno volume era, talvez, o mais belo texto de Agatha Christie. O Homem Que Veio do Mar. Depois de ler e reler, fui pesquisar, o que não é muito do meu feitio, e encontrei, o que não sei se é verdadeiro nesse mundo de fake news – mas gostaria de crer que sim -, a informação de que a própria Agatha tinha um carinho especial por O Homem Que Veio do Mar. Romântica Agatha. Hércule Poirot e suas células cinzentas, Miss Marple e sua intuição e o Sr. Satterthwaite, que, impulsionado pelo Sr. Quin, consegue ver o que os outros não enxergam. Satterthwaite, rico, diletante, velho, recrimina-se por não haver amado, o que talvez, mesmo se fosse só uma lembrança, mitigasse sua solidão. Mas é justamente isso, a própria dor sublimada?, que lhe permite serenar a alma atormentada dos outros. Há algo de fantástico nas narrativas do Sr. Quinn e a própria forma como ele aparece e desaparece sem deixar rastro faz parte do mistério. O Homem Que Veio do Mar é joia delicada como só Agatha sabia lapidar.

O texto foi encontrado clicando aqui.

Galeria de Fãs: Jorge Obelix

Jorge Obelix

Jorge Obelix

O mundo nerd, não somente o surgido no século XXI, continua entrando de cabeça no mundo de Agatha. Jorge Obelix, do site NerdTrip, escreveu um artigo em 21.05.2017 chamado “A rainha do mistério… será que é mesmo?” que termina com este trecho:

(…) Foram livros tão marcantes em minha vida, que com certeza os nomes dos culpados estão guardados em algum lugar obscuro de meu cérebro, que é iluminado quando retorno a eles.

Tenho 99% de certeza de que essa teoria do subconsciente se aplica aqui. Portanto, Agatha Christie é sim a “Rainha do Mistério” e eu recomendo seus livros para qualquer um que aprecie o gênero. E também para aqueles que não apreciam, pois passarão a apreciar após lê-la.

Obs: Preciso pegar um livro de Agatha Christie que eu nunca tenha lido para saber se ainda assim consigo desvendar o culpado. Acho difícil, porém se eu conseguir…

Leia o restante do post clicando aqui.

Para todos os leitores, tanto os já experientes quanto os que começam agora a descobrir o mundo de Agatha Christie, fica aqui a lista:
https://acasatorta.wordpress.com/agatha-christie/livros/

Galeria de Fãs: Theresa May

Theresa May

Theresa May

Doctor Who, Agatha Christie, Natal e… a Primeira Ministra inglesa! Acompanhando sempre de perto o cotidiano de Theresa May, o site da BBC traz esse “mix” no final de 2016:

While being a fan of “Scandi dramas” like Borgen, Theresa May told the Radio Times she’d tune in to Doctor Who and “a nice Agatha Christie”.

Earlier in the day, she’ll have a drink with friends before helping churches in her Berkshire constituency who provide lunch for elderly people.

The PM also said she enjoys Strictly Come Dancing, but wouldn’t take part.

“I always like to see Doctor Who on Christmas night, if possible, and a nice Agatha Christie to curl up with. David Suchet was a great Poirot – he got him to a T,” she said in the Christmas issue of the magazine.

Leia mais em
http://www.bbc.com/news/uk-politics-38199728

Galeria de fãs: João Guilherme

O ator de “Cúmplices de um Resgate” que em fevereiro de 2017 completa 15 anos é fã de um dos mais importantes livros da obra de Agatha Christie: João Guilherme revela seu gosto em seu livro “João Sendo João”.

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Top 5 de Agatha Christie: Unanimidade impossível

O blogueiro Wellington Ferreira fez sua lista dos cinco melhores livros de Agatha Christie. Confira em

http://www.ovendedordelivros.com.br/2012/03/os-5-melhores-livros-da-rainha-do-crime.html

Na lista de Tommy Beresford, estão, sem ordem de preferência…

– Um Gato Entre os Pombos
– O Inimigo Secreto
– A Maldição do Espelho
– A Mansão Hollow
– O Caso dos Dez Negrinhos

…mas estes foram apenas os 5 primeiros lembrados (e eu já troquei dois antes de concluir este post)… Cinco é muito pouco.

E a sua? Quais os seus livros de Agatha Christie favoritos?

Mario Prata e a literatura policial

Ana Paula Laux publicou no “Literatura Policial” uma entrevista com o escritor Mario Prata, de Rogério Christofoletti:

Todos concordam: Mario Prata é uma figura! Um dos mais ativos escritores brasileiros é também um dos mais queridos por artistas, jornalistas, colegas de profissão e – claro! – leitores. Conhecido pelo texto bem humorado, pela franqueza e por falar pelos cotovelos, Prata já transitou por todas as áreas da escrita, produzindo roteiros de cinema e peças de teatro, telenovelas, crônicas, romances, livros infantis e infanto-juvenis, e – claro! – policiais!

Como não para quieto, neste mês, deve lançar “Mario Prata entrevista Uns Brasileiros” pela editora Record. Ele anda feliz com o nascimento do segundo neto, Daniel. Mas Mario também anda sem tempo, inclusive para se dedicar ao que mais quer: escrever a terceira aventura de seu detetive Ugo Fioravanti. No intervalo das frequentes viagens, ele falou com exclusividade para o literaturapolicial.com

Veja a entrevista completa em
http://literaturapolicial.com/2015/02/23/mario-prata-a-melhor-literatura-que-se-faz-hoje-e-a-policial/

Um trecho:

— Se você fosse presentear alguém querido com três títulos de romance policial imperdíveis, quais seriam?

Li muitos livros num período muito curto e nem sempre eu guardo os nomes e os títulos. Mas, por exemplo, um livro que estaria nessa lista é o “O assassinato de Roger Ackroyd”, da Agatha Christie, e também “Testemunha de acusação”. Eu daria esses dois dela, mas não daria nenhum do Sherlock Holmes, mas uma imitação dele: “O nome da Rosa”, do Umberto Eco, um grande policial!

Galeria de Fãs: Cintia Simizo

Cíntia Simizo

Cíntia Simizo

Reprodução do belo depoimento de Cíntia Simizo, no Facebook da própria em 18.09.2014:

Eu quero ganhar o livro Os Crimes do Monograma! ‪#‎PoirotVemAí‬

O primeiro contato com os livros da Agatha Christie se deu durante a adolescência, onde passei a comprar os livros que saíram em uma coleção de banca de jornal, com a obra completa da autora.

Foi uma paixão a primeira lida, esperava ansiosamente a cada título novo em que era publicado e nesse meio tempo, como não tinha muitos livros, acabava relendo todos os que haviam sido publicados anteriormente, pois alguns demoravam a sair, o que me deixava ansiosa por mais e mais histórias.

A maneira em que Dame Agatha elucidava cada “crime/mistério” sem chance de pontas soltas, só fazia com que me tornasse mais exigente em relação a outras histórias, filmes, séries. E fascinada pelo método de escrita dela. A princípio era humanamente impossível conseguir acertar algo, mas ao longo dos vários livros, passei a “pensar” como alguns desses detetives fantásticos criados pela dama do crime.

Foi nesse meio tempo em que acabei “descobrindo” uma lista de discussão por email dos livros da Agatha e, esses foram os meus primeiros amigos virtuais, foi uma verdadeira família, onde passei a conversar sobre diversos assuntos, dividir impressões, discutir livros favoritos, outros nem tanto, descobrir outras paixões em comum, até que não mais nos contentamos em permanecer no “virtual”, pude ver de perto pessoas que já conhecia tão bem, que sei que posso contar em qualquer momento da vida, mais do que algumas pessoas próximas a mim.

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Galeria de Fãs: Arnaldo Malheiros Filho

Arnaldo Malheiros Filho

Arnaldo Malheiros Filho

Uma matéria no site Consultor Jurídico publicada em 25.09.2012 traz entrevista com o criminalista Arnaldo Malheiros Filho, que cita Agatha:

(…) Entrei na área policial — gênero que aprecio até hoje — através de Sherlock Holmes. Achei a série vermelha da Melhoramentos, completa, na garagem de casa, lugar com certa umidade. Os livros, não sei por que, eram impressos em papel cor-de-rosa que, com a umidade, ganharam um cheiro marcante. (…)

Daí fui para Agatha Christie e a Inglaterra do entre-guerras e do pós-guerra, um encanto. Para mim seu livro mais simbólico é Um Corpo na Biblioteca, que recentemente reli no original, bem mais saboroso que nas traduções. (…)

Leia a reportagem completa clicando aqui:

http://www.conjur.com.br/2012-set-25/livro-aberto-livros-vida-criminalista-arnaldo-malheiros-filho

Bienal do Livro 2009: Agatha inspirando autores nacionais

“Agatha Christie deve ter sido a autora que mais me inspirou. Meus livros sempre têm um mistério, alguma coisa a ser desvendada. Até novelas me inspiraram, aquela coisa do ‘quem matou?’. Tem uma novela que passou em 83, chamada ‘Champanhe’, do Cassiano Gabus Mendes, que começava com um assassinato. Acho que foi essa novela que me despertou o gosto pelo mistério”.

Este é o depoimento do escritor de thrillers Luis Eduardo Matta que, ao lado de André Vianco, participam de uma mesa no Café Literário na Bienal do Livro do Rio de Janeiro neste sábado, 19.09.2009, às 12h, sobre literatura e entretenimento. Leia mais clicando aqui.

Galeria de Fãs: Kate Morton

A Casa das Lmbranças Perdidas, de Kate Morton

A Casa das Lmbranças Perdidas, de Kate Morton

De Suzana Uchôa Itiberê para o Caderno 2 do jornal O Estado de São Paulo, publicado em 9 de dezembro de 2008:

Na Inglaterra de 1924, o jovem poeta Robbie Hunter morre à beira de um lago durante uma festa na mansão Riverton. As irmãs Hannah e Emmeline Hartford, herdeiras da propriedade e testemunhas da tragédia, nunca mais se falam. Após 75 anos, a diretora de um filme sobre os Hartfords procura Grace, antiga empregada da família, para consultá-la sobre a autenticidade da história que quer contar. Essa cutucada no passado faz com que a senhora de 98 anos relembre seus dias naquele palacete cheio de segredos e sua influência no destino de duas irmãs que lhe eram mais próximas do que imaginava.

Essa trama intrincada transformou a australiana Kate Morton na atual sensação do mercado editorial inglês. A Casa das Lembranças Perdidas (Rocco, 536 págs., R$ 64,50) é seu romance de estréia e o título mais bem-sucedido do país desde O Código Da Vinci: 600 mil exemplares vendidos na Inglaterra e direitos de tradução negociados para 29 países. Aos 32 anos, a nova milionária das letras vive em Brisbane, numa casa do século 19 com o marido e dois filhos. A paixão por casas antigas a inspirou na criação de Riverton, e a trajetória de seus habitantes, os Hartfords, serve como espelho das transformações sociais, políticas e econômicas que sacudiram a sociedade britânica no início do século 20.
[…]
Um grande mistério envolve a trama. Kate Morton é uma mistura de Jane Austen com Agatha Christie?

Sim, sempre adorei histórias de mistério e tenho necessidade de inserir suspense na narrativa. (Estadão)

Galeria de Fãs: Louise Penny

Louise Penny

Louise Penny

A escritora canadense Louise Penny (foto) foi laureada em 2008 com o Agatha Award de Melhor Novela com seu romance A Fatal Grace. O trecho a seguir faz parte de uma entrevista que a autora concedeu ao The Star por ocasião do lançamento do seu terceiro romance policial, The Cruelest Month. Nenhum dos livros de Louise Penny foi publicado no Brasil ainda.

“I sat down to write the greatest book ever written, which turned out to be a bit of a problem,” Penny recalls on the line from her Montreal home. “I suffered writer’s block for about five years. It was kind of humiliating. Now, I always tell aspiring writers that if you finally decide you are going to write that novel, do not announce it on CBC Radio.

“Then one day I looked at my bedside table and saw that it was piled high with Agatha Christie, Dorothy Sayers, Josephine Tey and all these amazing golden-age crime and mystery writers. I thought, `I’m trying to write the wrong book. I’m just going to write a book that I would love to read.'” (TheStar)

Post relacionado
Agatha Award publicado em 3 de março de 2008.

Site oficial da autora.
Blog da autora.

Galeria de Fãs: Teresa Font

Teresa Font

Teresa Font

Teresa Font (foto) é escritora portuguesa, licenciada em Gestão de Recursos Humanos pelo Instituto Superior de Leiria. O seu percurso profissional centra-se nas áreas da docência e da formação em disciplinas como liderança, inteligência emocional, técnicas de comunicação, psicossociologia e gestão estratégica. Foi Assim Que Aconteceu assinala a sua primeira incursão no universo ficcional.

A morte em circunstâncias misteriosas de uma figura do jet-set, em pleno Verão Quente de 75, é o episódio sinistro que espoleta a acção de “Foi assim que aconteceu”. A ideia surgiu na cabeça de Teresa Font com contornos de tal forma exactos que a elaboração do livro acabou por ser menos complexa do que supunha.
(…)
A opção pelo género policial foi uma escolha natural para esta docente e formadora, ligada à psicossociologia, técnicas de comunicação e inteligência. As referências policiais, literárias e cinematográficas, são vastas e incluem desde a obrigatória Agatha Christie a P.D. James, Simenon, Dennis Leahne ou Raymond Chandler. Todavia, a escritora estreante recusa-se a compartimentar o género, ciente de que “todos os livros que nos prendem tendem ao esclarecimento de um mistério”. (Jornal de Notícias)

Galeria de Fãs: Ángela Vallvey

Angela Vallvey

Angela Vallvey

A escritora e poeta espanhola Ángela Vallvey (foto) foi vencedora do Premio Nadal de 2002 com o romance Los estados carencialles. Em 2008 foi finalista do Prêmio Planeta com Muerte entre poetas, romance em que rende homenagem à Dama do Crime, Agatha Christie.

Site oficial de Angela Vallvey.

En “Muerte entre poetas”, Vallvey ha vertido sus lecturas de Agatha Christie, autora de “novelas que son atemporales, porque tienen ganchos que siempre interesan a los lectores”.
Pero advierte la finalista del Planeta de que las suyas “no son novelas negras al uso”, porque le interesa salirse de “los márgenes del género” para aportar “cosas nuevas”. (La Opinion)