Coleção Folha Agatha Christie: Sucesso de vendas

Abaixo, alguns links que falam sobre a Coleção Agatha Christie da Folha de São Paulo, lançada em 02.06.2019:

Primeiras obras da Coleção Folha Agatha Christie se esgotam nas bancas; saiba como comprar

‘O Assassinato de Roger Ackroyd’ – Primeiro best-seller de Agatha Christie detonou febre dos RPGs

‘O Misterioso Caso de Styles’ – Primeiro livro de Agatha Christie já revela fórmula que a consagrou

Em relação ao primeiro link, vale lembrar que, além de diretamente nas bancas, os livros podem ser adquiridos por meio do site ou por contato telefone.

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Janet Morgan: O eterno mistério do sumiço de Agatha Christie

O site da revista Isto É fala sobre “Agatha Christie – Uma Biografia”, de Janet Morgan, da editora BestSeller:

É raro decifrar o segredo de um gênio. Para explicá-lo, especialistas revolvem as origens familiares e a formação do indivíduo especial. No caso da escritora inglesa Agatha Christie (1890-1976), nada parece indicar que se tornaria a senhora do romance de detetive e a maior vendedora de livros da história, ao lado do dramaturgo William Shakespeare. Agatha, como Shakespeare vendeu 2 bilhões de exemplares desde que publicou o primeiro romance policial, “O Misterioso Caso de Styles”, em 1920, protagonizado por seu herói mais célebre, o detetive Hercule Poirot, com sua cabeça de ovo, bigodes encerados e alta capacidade cognitiva. A criadora de mistérios saborosos não passava de uma dona de casa conservadora amante da vida serena, especialmente da jardinagem e da gastronomia. Descobrir de onde ela tirou a imaginação a um só tempo macabra, complexa e irônica, é a meta do livro “Agatha Christie – Uma Biografia”, de Janet Morgan, lançamento da editora BestSeller.

(…) Trata-se de um título clássico, publicado em 1986 e só agora no Brasil. A escritora Janet Morgan trabalha em gestão de novas tecnologias na Escócia. Em meados dos anos 1980, foi convidada pelos herdeiros de Agatha para escrever uma “biografia autorizada”: teve acesso exclusivo aos documentos pessoais da escritora e de seu segundo marido, o arqueólogo Max Mallowan. Ao mesmo tempo, Morgan foi persuadida a abordar a biografada de forma gentil. Mas o fator politicamente correto não a impediu de avançar sobre um dos enigmas dentro do enigma que foi Agatha Christie: por que e como ela desapareceu entre 3 e 13 de dezembro de 1926, quando já era celebridade, causando um dos casos mais ruidosos cobertos pela imprensa da época. Agatha nunca se pronunciou sobre o assunto.

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Agatha Christie: A Mysterious Life

No site Forsters, uma resenha de “Agatha Christie: A Mysterious Life”, de Laura Thompson:

Agatha Christie’s work has never gone out of style, nor out of print, in the four decades since her death – to the tune of more than 2 billion copies sold. But Christie’s flame burns extra bright in the present, thanks to new film adaptations (“Murder on the Orient Express”), authorized sequels (“The Monogram Murders” and “Closed Casket,“by Sophie Hannah) and homages (“Magpie Murders,” by Anthony Horowitz).

But derivative works and adaptations can’t fully explain why Christie’s work endures. A splendid biography by Laura Thompson, however, does. “Agatha Christie: A Mysterious Life” was published in Britain over a decade ago and took an inexplicable amount of time to cross the pond. Yet the timing is perfect because Thompson’s thorough yet readable treatment of Christie’s life, in combination with artful critical context on her work, arrives at the reason for her endurance:

“As she would often do, Agatha has used the familiarity of the stereotype to subvert our expectations. It was one of the cleverest tricks she would play. It was, in fact, more than a trick: by such means she revealed her insight, her lightly worn understanding of human nature.”

Christie, as Thompson details, came by such understanding through the traditional means of early hardship. Born Agatha Mary Clarissa Miller in 1890, her middle-class upbringing in Torquay was idyllic, with a fierce, close relationship with her mother, a woman determined to shield Agatha from a repeat of her own childhood hurts. Young Agatha was imaginative but practical, a skillful nurse during World War I who wished for a domestic life as a wife and mother – and got it, after marrying Archie Christie and giving birth to their only child, Rosalind.

But her imagination needed an outlet. Healthy competition with her older sister, who also published stories, spurred Christie to write the book eventually published as “The Mysterious Affair at Styles” (1920), the first of many outings for her iconic Belgian detective, Hercule Poirot.

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