Seis décadas: A passagem do tempo nos livros de Agatha

Uma das características mais fascinantes na obra de Agatha Christie é a da longevidade, não somente dos personagens mas da ambientação de suas histórias. Afinal, seus detetives e assassinos começam a aparecer nos anos 1920, tempos onde não havia por exemplo televisão, o telefone ainda era artigo de luxo para muitos, onde ainda se falava em Gripe Espanhola, Primeira Guerra Mundial… e chega até aos anos 1970, livro a livro, mostrando as novidades que o mundo recebeu tanto em relação a acontecimentos históricos quando a descobertas científicas e invenções tecnológicas… No trecho abaixo, de “A Noite Das Bruxas” (de 1969, página 54 da edição L&PM Pocket), o diálogo entre Poirot e Ariadne Oliver fala sobre algo impensável no antológico “O Misterioso Caso de Styles”, de 1920: um computador.

Estadão: Ignácio de Loyola Brandão cita Poirot

Ignácio de Loyola Brandão

Crônica publicada em O Estado de São Paulo em 22.05.2020:

Se eu morrer de Covid-19, saibam que fui assassinado
(Ignácio de Loyola Brandão)

Esta é a crônica mais delirante e real que escrevi nestes meus 27 anos neste jornal. Se eu morrer de covid-19, saibam que fui assassinado. Sei que posso ser morto apesar dos cuidados que tomo. Estou há 50 dias encerrado em casa. Não desço sequer para atender motoboys que trazem medicamentos, compras de supermercados ou refeições. Gastei hectolitros de álcool gel, cheguei ao máximo de, após receber uma ligação, dar um banho no telefone com medo de ser contaminado pelo som. Quando vejo noticiário, desligo se o presidente começa a falar, enraivecido, espalhando perdigotos, tossindo, espirrando, dando a mão, insensível, abusado.

Tenho medo de ser infectado. Aqueles olhos claros que poderiam ser amorosos e cordiais nos fuzilam com chispas de ódio. Como deve sofrer quem vive assim na defensiva. Porque ele é pura defensiva o tempo todo. Segundo os sábios, não podemos olhar nos olhos de uma pessoa que odeia tudo, o mundo, a vida, porque podemos trazer para dentro de nós o que ela tem de maligno. Há o perigo de nos tornarmos como ela, malvada, perversa. Dona Ursulina, senhora sábia, que cozinhava como poucos, avó de um primo querido, diante de gente ruim costumava dizer: “Isso não é gente, isso é o demônio”. E esse presidente se diz religioso, vai a cultos, agrada a fiéis, bispos, pastores, o que for. Quem ele quer enganar?

Mas algum deus está de olho. Os deuses existem, cada um sob uma forma, espírito, sopro divino. Seja o meu Deus, seja Maomé, Jeová, Alá, o Sol, Shiva, Buda, Brahma, Jina, o conquistador, ou Zeus, Júpiter, ou quantos mais houve e os novos, que andam por aí. Bolsonaro me lembra um deus dos maoris, na Nova Zelândia, de nome Whiro, o maléfico, senhor das partes mais escuras da vida. Lendo sobre culturas primitivas, descobri semelhanças interessantes. Diz Joan Rule em Os Foes da Papua-Nova Guiné (As Religiões do Mundo) que, naquele país, na tribo dos foes, “os homens com uma relação com as coisas maléficas e que sabiam os encantamentos devidos eram favorecidos e não seriam incomodados. Porém os que provocassem a ira do espírito ficariam com as pernas ou o estômago inchados”. É ou não é uma definição justa para bolsonarismo, milícias, o gabinete do ódio, redes de fake news, destruição de personalidades, ataques à natureza?

Rule nos revela outra crença que é metáfora perfeita para nossos tempos. Cita a existência dos “Soros, espíritos errantes que andam aqui e acolá, sempre à espreita para prejudicar os humanos”. Esses espíritos estão encarnados naqueles que fazem carreatas contra isolamento, pregam a hidroxicloroquina (nenhum jornal perguntou quem está lucrando com essa história), o fim do Supremo, a volta da ditadura, da tortura, do AI-5, do fechamento do Congresso. Porque essa turma é uma seita com seu deus Bolsonaro, perto de quem os Soros e os Whiros são cândidos e celestiais. Sabemos que todas investigações morrerão nas mãos do procurador Aras. Não nos iludamos e esta minha crônica é propositalmente desestruturada, algo caótica, porque retrata tempos que vivemos, não sabemos onde ir, o que fazer, pensar, para onde ir, de quem esperar.

O que fazer muitos sabem e têm nas mãos os poderes. Mas não fazem. Não querem. O que aconteceu, gente? Estamos anestesiados? Hipnotizados? Amortecidos? Deprimidos? Ou temos fumado muito, mas muito, muito crack? Para finalizar, quero dizer que, se eu morrer de covid-19, saibam que fui assassinado. Não precisam chamar a PF, nem Hercule Poirot, o inspetor Maigret, Phillip Marlowe, Sherlock Holmes, Perry Mason, Arsène Lupin, Nero Wolfe, Kay Scarpetta, Miss Marple, Charlie Chan (ah, os seriados!), inspetor Melo Pimenta (Jô Soares), Ed Mort (Verissimo), Bellini (Tony Bellotto), Mandrake (Rubem Fonseca), doutor Leite (Luis Lopes Coelho), delegado Spinosa (Garcia-Roza). Tenho uma estante cheia deles aqui em casa.

Não, não é necessário gastar cérebros em investigações. Se bem que agora nas séries o crime é descoberto em laboratório, com microscópios, dextetropinas, anfetaminas, insulinas, DNAs e produtos químicos que os atores decoram sem ter a mínima ideia do que se trata. Saibam, caros leitores, que, se eu morrer, fui assassinado pelo presidente com sua interferência na Saúde. Eu e milhares, uma vez que já estamos perto dos 20 mil mortos.

(Ignácio de Loyola Brandão, 22.05.2020)

Fonte:
https://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,se-eu-morrer-saibam-quem-me-matou,70003310425

Albert Finney (1936-2019): Faleceu Poirot

Albert Finney

Albert Finney

De acordo com o portal G1, o ator britânico Albert Finney, cinco vezes indicado ao Oscar, morreu aos 82 anos, segundo a agência Associated Press. Entre outros grandes filmes, Finney foi o Hercule Poirot da primeira versão de “Assassinato no Expresso do Oriente (1974):

A família do ator disse que ele “morreu pacificamente depois de uma doença curta com os mais próximos ao seu lado”. Em 2011, Finney revelou que havia sido diagnosticado com câncer renal. Detalhes sobre a causa da morte não foram divulgados.

Mais informações no Cinema é Magia, clicando aqui.

Post de dezembro de 2008:
[Filme] Murder on the Orient Express

Hercule Poirot: Salvo por…

Uma matéria publicada na Folha Online em 04.01.2019 fala sobre a edição brasileira da versão atualizada de “Agatha Christie – Uma Biografia”, da britânica Janet Morgan, e conta que a biógrafa aponta Miss Marple como a personagem favorita da autora. Morgan revela inclusive que Agatha desejava matar Poirot desde os primeiros livros:

“Miss Marple, sem dúvida. Agatha ficou refém de Poirot e passou a odiá-lo. Numa carta que ela escreve a si mesma, que reproduzo no meu livro, ela desejava matá-lo, mas não podia ‘porque ele é minha principal fonte de renda’. Então ela escreveu nos anos 1940 ‘Cai o Pano’, em que Poirot morre, para ser publicado só após a morte dela.”

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Os Crimes ABC: Natal de 2018 com Poirot

De acordo com o site Literatura Policial, a BBC One confirmou que a série Os Crimes ABC, adaptação de Agatha Christie, vai ser transmitida no Natal de 2018 na Inglaterra:

A história, ambientada na década de 1930, trará John Malkovich como o detetive Hercule Poirot. Ele receberá uma carta o desafiando a solucionar um crime que ainda irá acontecer e, ao investigar a origem da carta, assassinatos começam a acontecer.

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John Malkovich: Um novo Poirot (e com Rupert Grint)

Esta ainda não saiu nem em português: John Malkovich de Poirot? E com Rupert Grint (de Harry Potter) no elenco? Quem viver verá:

John Malkovich and “Harry Potter” star Rupert Grint have signed on for “The ABC Murders”, an Agatha Christie adaptation for the BBC in Britain and Amazon in the U.S. Shooting gets underway in June and will see Malkovich become the latest actor to take on the role of the famously mustachioed Belgian detective.

John Malkovich e Rupert Grint

John Malkovich e Rupert Grint

Kenneth Branagh played the sleuth in the 2017 film adaptation of “Murder on the Orient Express” and is reprising the role in a remake of “Death on the Nile.” David Suchet and Alfred Molina are among those to have played the part on the small screen.

Grint has signed on to play Inspector Crome. The cast also includes Andrew Buchan (“Broadchurch”), Eamon Farren (“Twin Peaks”), Tara Fitzgerald (“Game of Thrones”), Bronwyn James (“Harlots”), and Freya Mavor (“The Sense of an Ending”).

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Nova série: Poirot na Bahia?

Post de Ana Paula Laux no site Literatura Policial conta que a Panorâmica TV, produtora independente no Rio de Janeiro, anunciou um projeto, já em andamento, em que Poirot seria “um metódico investigador morando em Salvador”…

A produtora e Agatha Christie Ltd., responsável pelos direitos de todas as obras da Rainha do Crime, assinaram um acordo exclusivo para desenvolver uma série baseada nos livros da autora. O contrato tem exclusividade para o Brasil e a América Latina. Segunda explica Mara Lobão, diretora executiva da produtora:

“Os executivos da Agatha Christie Ltd. estavam à procura de um projeto que pudesse apresentar a autora para novos leitores, com frescor e originalidade, e nos deram toda a liberdade para buscar algo inovador, e então criamos um projeto que coloca o personagem mais querido da autora, o metódico investigador Hercule Poirot, na cidade de Salvador, Bahia”

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Mistério com espião? Chamem por Poirot!

A matéria é do Globo Online… Agente
neurotóxico? Melhor chamar Poirot…

A Rússia ironizou as acusações feitas pelo Reino Unido de que seu governo teria sido responsável pelo ataque com um agente neurotóxico que deixou um ex-espião em estado crítico, em Salisbury (Sul da Inglaterra), neste mês. A embaixada em Londres afirmou que o caso é um mistério que precisa da atenção de alguém como o detetive fictício Hercule Poirot, da escritora Agatha Christie.

No domingo, a embaixada já havia ironizado que era necessário contar com Poirot (…).

O ex-espião Sergei Skripal e sua filha Yulia estão em estado crítico depois de desmaiarem em um banco em Salisbury em 4 de março.

Leia a matéria completa clicando aqui.

Assassinato no Expresso do Oriente 2017, por Tommy Beresford

Em minhas resenhas, costumo dizer que vou ao cinema sem quaisquer expectativas, devidamente “zeradas” pelo fato de não ler antecipadamente as críticas, evitar as resenhas dos diversos sites e inclusive fechar os olhos quando percebo que o trailer vai contar demais sobre o filme. Mas no caso de uma produção baseada na obra de Agatha Christie, autora que comecei a ler com 13 anos de idade, cujos livros, dezenas, já li diversas vezes e para a qual dedico há anos centenas de posts como parceiro de um blog criado em 2008 chamado “A Casa Torta” — título de um de seus melhores livros –, não havia possibilidade de ir para a sala escura assistir a “Assassinato no Expresso do Oriente” sem ansiedade. Afinal, como vocês sabem, eu, Tommy Beresford, sou um dos detetives da grande dama do mistério… 🙂

Leia minha resenha completa no Cinema é Magia:
[Resenhas] Assassinato no Expresso do Oriente

Morte no Nilo: Novo filme em 2018

Ainda que Peter Ustinov tenha sido um Poirot de forma física diferente do original, “Morte Sobre o Nilo” (a adaptação cinematográfica de “Death On The Nile” produzida em 1978) foi um dos melhores filmes ja feitos sobre a obra de Agatha. Agora, a 20th Century Fox, provavelmente animada com a nova versão de “Assassinato no Expresso do Oriente”, anunciou a nova versão para a obra:

Following the ongoing success of Murder on the Orient Express, Twentieth Century Fox have announced that they are actively developing Death on the Nile as a sequel to their recent Agatha Christie release.

Murder on the Orient Express screenwriter Michael Green (Logan, Blade Runner 2049) has been confirmed as writing the sequel. Talking about Green’s adaptation of Murder on the Orient Express, director and lead actor Kenneth Branagh said, “Michael Green clearly loved the material, and he loved the characters. There was a compassion in the screenplay.”

Published in 1937, Death on the Nile is among Agatha Christie’s best-loved and most famous works. The sweeping mystery of love, jealousy and betrayal set in Egypt, drew inspiration from Christie’s own travels, as did her 1934 novel Murder on the Orient Express. Similarly, to the 1934 novel, famed fictional detective Hercule Poirot is central to the story.

A notícia foi encontrada aqui.

Relembrando o clássico de 1978:

Quando (ou onde) Hercule Poirot e Miss Marple (quase) se encontram

St Mary Mead

Uma curiosidade que pouca gente conhece é a ligação, ainda que indireta, entre Hercule Poirot e Miss Marple, nossos amados detetives agathachristianos, dois dos mais famosos do mundo em todos os tempos. Embora Agatha nunca tenha desenvolvido uma história em que ambos atuassem juntos (*), há alguns fatores que levam a crer que eles de alguma forma pertençam a um mesmo nicho ficcional:

[1] Como sabemos, Poirot se encontra em diversas ocasiões com Ariadne Oliver, escritora de romances policiais citado por Agatha em vários livros. Ariadne Oliver conheceu o Reverendo Dane Calthorp e sua esposa no romance “O Cavalo Amarelo”. O mesmo reverendo Calthorp e sua esposa são amigos de Miss Marple, como aparece em “A Mão Misteriosa”.

[2] Poirot conheceu a personagem Katherine Grey no inesquecível “O Mistério do Trem Azul”, e Katherine tem como cidade natal (a fictícia) St. Mary Mead (a mesma onde Miss Marple morava e atuava).

[3] Poirot conheceu o misterioso Mr. Robinson no livro “Um Gato Entre os Pombos” (o primeiro lido por mim, Tommy, em longínquos 1982). O mesmo Mr. Robinson esteve envolvido com mistérios do hotel onde Miss Marple estava hospedada em “O Caso do Hotel Bertram”.

Por último, é importante lembrar que “A Aventura do Pudim de Natal”, contendo seis contos e publicado em 1960, apresenta cinco histórias protagonizadas pelo detetive belga e, a sexta por Miss Marple, mas eles não se encontram efetivamente no livro.

E você, lembra de alguma outra ligação entre esses ou outros personagens de Agatha?

(*) Tomara que um dia alguém encontre, em alguma gaveta ou passagem secreta, um romance inédito que tenha os dois atuando juntos… Já pensaram?

Kenneth Branagh: O grande bigode de Poirot

O site LiteraturaPolicial.com, via metro.cok.uk, traz matéria onde o ator Kenneth Branagh conta que se sente pronto para interpretar o detetive Hercule Poirot na nova adaptação do romance policial de Agatha Christie para o cinema:

Ao lado de um elenco incrível — incluindo Johnny Depp, Judi Dench, Willem Dafoe e Olivia Colman –, o ator falou para o jornal Metro.co.uk sobre a pressão em assumir um papel tão icônico:

“Estou tão acostumado com os papéis clássicos, interpretados brilhantemente antes por outros atores, que acabo me inspirando neles… é por isso que os atores voltaram a interpretá-lo outras vezes, porque neste caso Agatha Christie escreveu algo muito memorável. Então foi um prazer vivê-lo”.

Kenneth Branagh como Poirot

Kenneth Branagh como Poirot

Sobre o bigode do detetive no filme, tão desproporcional àquele descrito pela autora nos livros, ele brinca:

“É preciso muita manutenção, então eu aluguei outro quarto para mantê-lo porque ele é tão grande. Espero ter a chance de colocá-lo de volta outras vezes”, acrescentou.

Leia o post completo clicando aqui.

A matéria do Metro em inglês: clique aqui.

Assassinato no Expresso do Oriente 2017: Mais notícias

Uma matéria do site da revista Marie Claire que fala sobre os 58 anos de Michelle Pfeiffer cita a nova adaptação de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que estreia em novembro de 2017 nos cinemas:

Entre os seus próximos projetos estão um filme da HBO, “The Wizard of Lies”, o drama “Mother!”, de Aronofsky, onde dividirá cena com Jennifer Lawrence, além da adaptação cinematográfica do livro “Assassinato no Expresso Oriente”, de Agatha Christie, que terá Johnny Depp e Penelope Cruz no elenco. “Estou mais aberta agora, em um estado de espírito melhor, porque realmente quero e posso trabalhar”, acrescentou.

Leia mais clicando aqui.

Vale lembrar que desde 2013 a 20th Century Fox está a cargo da nova versão, que tem Ridley Scott, Mark Gordon e Simon Kinberg como produtores. No elenco até agora confirmado, Johnny Depp, Judi Dench, Daisy Ridley, Josh Gad, Penélope Cruz, Michelle Pfeiffer, Olivia Colman, Willem Dafoe, Lucy Boynton e o diretor Kenneth Branagh, que fará Hercule Poirot.

cinemagia.wordpress.com

A versão de 1974 venceu o Oscar na categoria de melhor atriz coadjuvante (Ingrid Bergman), além de ser indicado nas categorias de melhor ator (Albert Finney), melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor figurino e melhor trilha sonora – drama. Ganhou também três prêmios no BAFTA, nas categorias de melhor ator coadjuvante (John Gielgud), melhor atriz coadjuvante (Ingrid Bergman) e melhor trilha sonora. Recebeu ainda outras sete indicações, nas categorias de melhor filme, melhor Diretor, melhor ator (Albert Finney), melhor direção de arte, melhor fotografia, melhor edição e melhor figurino.

Assassinato no Expresso do Oriente: Mais nomes cotados para a nova verão cinematográfica

Michelle Pfeiffer, Charlize Theron ou Angelina Jolie em adaptação de livro de Agatha? Boas chances da primeira ser a escolhida, de acordo com o site CinePop:

No último mês, a atriz Angelina Jolie desistiu de estrelar a refilmagem do clássico ‘Assassinato no Expresso Oriente’.

Agora, a 20th Century Fox já tem outra atriz de renome na mira para substituí-la.

Segundo o THR, Johnny Depp e Michelle Pfeiffer são os preferidos do estúdio para estrelar a produção.

Pfeiffer disputa o papel de protagonista feminina com Charlize Theron , que chegou a negociar mas ainda não assinou o contrato.

Baseado no romance de 1934, escrito por Agatha Christie, o longa original foi lançado em 1974 e acompanhava o genial detetive belga Hercule Poirot (vivido por Albert Finney) investigando o assassinato de um magnata americano à bordo de um trem.

Leia mais clicando aqui. Kenneth Branagh vai dirigir e deve protagonizar a produção como Hercule Poirot. É aguardar para conferir como ficará a composição final do elenco.

Bons de garfo: Na Pista das Iguarias, por Ana Paula Laux e Rogério Christofoletti

No aniversário da revista “The President”, matéria de Ana Paula Laux e Rogério Christofoletti citando Poirot, “Treze À Mesa” e “A Aventura do Pudim de Natal”:

https://issuu.com/revistathepresident/docs/tp25

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Closed Casket: Novo caso de Poirot, por Sophie Hannah

De acordo com post de Ana Paula Laux no site LiteraturaPolicial.com, a Harper Collins divulgou neste início de abril de 2016 a capa do novo romance policial de Sophie Hannah com o detetive Hercule Poirot, “Closed Casket” (“Caixão Fechado”, em tradução livre por enquanto):

O lançamento vai marcar o centenário de criação de Poirot, que estreou no livro O Misterioso Caso de Styles (o livro é de 1921, mas o detetive foi criado em 1916, por Agatha Christie) e se tornou um dos personagens mais populares dos romances policiais. Sophie Hannah é também autora de “Os Crimes do Monograma”, primeiro livro que marca a volta de Hercule Poirot.

O livro tem previsão de lançamento para 06 de setembro de 2016 e a notícia foi encontrada aqui:

https://literaturapolicial.com/2016/04/12/divulgada-capa-do-novo-romance-policial-com-poirot/

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Stanley Tucci: Um novo Poirot?

A notícia desta segunda quinzena de março de 2016 envolvendo a obra de Agatha sem dúvida foi a possibilidade do incrível ator Stanley Tucci ser tornar Poirot… pelo menos como desejo futuro dele. O que você acha?

Actor Stanley Tucci wants to play Hercule Poirot.

The 55-year-old star adored David Scuhet’s portrayal of Agatha Christie’s Belgian detective but, after numerous other stars have also played the character, he would also love a shot at the role.

Asked if there are anything else he wants to do in his career, he said: “Oh my God yes, Poirot! It’s a great role.

“They’re beautifully written books and it’s such an interesting role.”

Leia mais clicando aqui:
http://www.mirror.co.uk/tv/tv-news/stanley-tucci-play-poirot-star-7591753

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Os Crimes do Monograma: Primeiro capítulo da trama de Sophie Hannah

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A Nova Fronteira disponibilizou o primeiro capítulo de “Os Crimes do Monograma” e autorizou nosso blog “A Casa Torta” a tornar disponível para os visitantes do site (veja abaixo). O livro é publicado com exclusividade pela editora, e a obra, que teve pouca informação revelada até a data do seu lançamento mundial [08.09.2014], foi escrita pela britânica Sophie Hannah – autora de oito thrillers psicológicos publicados em mais de 20 países e adaptados para a televisão:

Esta é a primeira vez que os herdeiros da Rainha do Crime permitem a publicação de uma nova história com os personagens criados por ela. Mathew Prichard, neto de Christie, é grande apoiador do projeto: “Estou muito orgulhoso que uma escritora tão eminente quanto Sophie Hannah esteja entusiasmada e respeita suficientemente a reputação de Agatha Christie para aceitar a tarefa desafiadora de escrever uma nova história de Hercule Poirot.”

Sophie é uma grande fã de Agatha Christie desde os treze anos de
idade. “Eu li e colecionei todos os seus romances em um ano, e sou uma fã apaixonada – alguns diriam até mesmo obcecada – desde então. Foi Hercule Poirot e Miss Marple quem me fizeram querer devotar minha vida profissional à ficção policial, e foi a trama brilhante de Christie e sua compreensão profunda da psique humana que modelou minha identidade como escritora policial. Por isso, é quase impossível descrever em palavras o quão honrada estou de terem confiado a mim este projeto incrível – na verdade, eu ainda não consigo nem acreditar que isso realmente está acontecendo!”, conta.

De todos os livros de Agatha Christie, seu título favorito é “Por que não pediram ao Evans?” (Why didn’t they ask Evans?) e sua história favorita do Poirot é “Depois do funeral”, ambos publicados no Brasil pela Nova Fronteira. No ano passado, seu romance “Kind of Cruel” foi selecionado para o National Book Awards da Grã-Bretanha, na categoria de Crime Thriller e seu livro mais recente, The Carrier, ganhou o prêmio Specsavers National Book Awards por livro policial do ano. As críticas a seus livros foram ótimas, incluindo uma do jornal The Guardian, que diz: “O genial sobre os thrillers de Hannah – além das tramas mais impressionantes protagonizadas por mulheres – é que ela cria personagens comuns cujas peculiaridades psicológicas as fazem tão monstruosas quanto qualquer serial killer”. Sophie é também poetisa e já concorreu ao prêmio T.S. Eliot.

Para baixar o PDF, clique aqui.

A (possível) inspiração de Agatha Christie para criar Poirot

Jacques Hornais

Jacques Hornais

Será que Hercule Poirot foi inspirado em alguém que realmente existiu ? Matéria do The Telegraph de 12.05.2014 aventa esta possibilidade:

The inspiration behind Hercule Poirot remains one of crime fiction’s great mysteries.

But now a researcher is claiming he has uncovered the identity of a Belgian gendarme who may have inspired Agatha Christie’s famous sleuth.

Little known policeman Jacques Hornais met the author after fleeing his native country for Britain in the face of advancing German troops in 1914, just like the fictional character.

Christie introduced the legendary sleuth in her 1920 novel, The Mysterious Affair at Styles, and he went on to “exercise his little grey cells” in 33 novels.

The author never revealed any particular person as her inspiration but researcher Michael Clapp believes the evidence points to Hornias as the real-life Poirot.

He has unearthed new details of a meeting between Hornais and Christie, when she played the piano for him in her home town of Torquay.

Hornais, 57, and his son Lucian, 17, had travelled to Exeter, Devon, to meet Michael’s grandmother, a local volunteer called Alice Graham Clapp, who logged their names in her diary.

Mrs Clapp, a married mother-of-four, helped about 500 Belgians find accommodation in Britain during the Great War and was later honoured by the Belgian government.

She was involved in wartime fundraising events, hosting one at the home of a friend, Mrs Potts-Chatto, who was putting up Hornais and his son at her house in Torquay.

Newspaper records reveal that locals laid on entertainment at the soiree on January 6, 1915, with a 24-year-old Agatha Christie playing the piano for the Belgian guests.

The best-selling writer later claimed she “found” the characters for The Mysterious Affair at Styles while travelling around Torquay.

Character Emily Inglethorp’s poisoning is solved by the enigmatic Poirot, a famous Belgian detective displaced by the war to England who bears similar traits to Hornais.

Leia a matéria completa clicando aqui.

O Mail Online também fala a respeito:

‘Jacques Hornais’ – now revealed as Jacques Hamoir – fled his country in the face of advancing German troops in 1914, and made his way to England, just as the fictional character did.

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The 57-year-old and his son Lucian, 17, travelled to Exeter, Devon, to meet local volunteer called Alice Graham Clapp, who logged their names in her diary.

Leia mais aqui.